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<title>Mandrakixmo XIII</title>
<description><p align="center"><img style="WIDTH: 242px; HEIGHT: 292px" height="292" hspace="0" src="/uploadfiles/MAGRO.jpg" width="242" align="baseline" border="0" /></p></description>
<date>13/6/2008</date>
<time>12:19:00</time>
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<title>MANDRAKISMO I</title>
<description><div style="text-align: center;"><strong>ABL elege novo imortal esta semana!</strong></div><p align="center"><font color="#000066">&nbsp;</font></p><p align="center"><i><font color="#000066">Substituto de Roberto Marinho, na cadeira 39, será eleito dia 18</font></i></p><p align="center"><a href="mailto:contato@revistaparadoxo.com"><font color="#000066">por Fernando Mascarello </font></a><br /></p><p align="center"><font color="#000066">&#964;&#961;&#945;&#947; &#8179; &#948;&#943;&#945; <br />[14/12/2003]</font></p><p align="center"><span style="color: red;"><img width="206" hspace="0" height="200" border="0" align="bottom" src="/uploadfiles/arnaldoantunes-marcomaciel.jpg" style="width: 206px; height: 200px;" /></span></p><p align="justify"><span style="color: red;">Termina nesta quinta-feira a campanha de dois meses entre os candidatos a imortalidade. Dentre estes, os principais candidatos são o escritor mineiro Fernando Morais e o senador e ex-vice-presidente Marco Maciel. Embora Maciel tenha escrito quase 50 obras, é pouco lido; em contra partida, Morais é autor dos lidíssimos “A ilha”, “Chatô, o imperador do Brasil” , “Olga”, dentre outros. Rumores nos corredores e salões do Petit Trianon (sede da ABL), apontam para uma vitória do cacique do PFL já no primeiro escrutínio. Estes mesmos rumores elogiam a campanha limpa e sem erros feita por Morais, que já é tido como um futuro imortal, mas isso, em uma outra eleição. </span></p><p /><p align="justify"><span style="font-size: 12pt; color: red; font-family: 'Times New Roman';">Fernando não se dá por vencido, mas reconhece que a disputa é dura.</span></p><p align="center"><span style="font-size: 12pt; color: red; font-family: 'Times New Roman';"><img width="202" hspace="0" height="205" border="0" align="bottom" src="/uploadfiles/Fernando%20e%20o%20mandrake.jpg" style="width: 202px; height: 205px;" /></span></p><p align="center"><span style="font-size: 12pt; color: red; font-family: 'Times New Roman';"></span><span style="font-size: 12pt; color: red; font-family: 'Times New Roman';"><b><span style="color: red;">(...)</span></b></span></p><p align="justify"><b><span style="color: red;">Simpatia pode ser decisiva</span></b><span style="color: red;"></span></p><p /><p align="justify"><span style="color: red;">Por tratar-se de um cargo vitalício, a simpatia pode vir a decidir uma eleição. Foi assim com Paulo Coelho em 2002, quando disputava com Hélio Jaguaribe a cadeira 21. Muitos faziam campanha contra a eleição do autor de livros como “Brida”, “Diário de um mago” e compositor de músicas dos anos 80. Mas como se tratava de uma pessoa simpática, e concorria com um dos mais mau-humorados cientistas político do Brasil, na hora de escolher com quem os membros gostariam de passar o resto de suas vidas, optaram pelo simpático “mago”. </span></p><p /><p><b><span style="color: red;">(...)</span></b></p><p><b><span style="color: red;">As vantagens da imortalidade</span></b><span style="color: red;"></span></p><p /><p align="justify"><span style="font-size: 12pt; color: red; font-family: 'Times New Roman';">Ser membro da ABL, além de trazer um prazer pessoal de conviver pelo resto da vida com a elite intelectual brasileira, garante ao imortal: prestígio, um excelente plano de saúde, mausoléu, duas vagas de automóvel no centro do Rio, um jeton de R$. 400 por sessão e R$. <metricconverter w:st="on" productid="1.000 a">1.000 a</metricconverter> cargo de representação. Mas o que mais interessa é a facilidade que um membro tem de publicar seus livros e participar de rentáveis eventos culturais.</span></p><p align="justify"><span style="font-size: 12pt; color: red; font-family: 'Times New Roman';">(...)</span></p><p align="justify"><span style="font-size: 12pt; color: red; font-family: 'Times New Roman';"></span><span style="font-size: 12pt; color: red; font-family: 'Times New Roman';"><font color="#666666">   Tô sem saco para comentar, mesmo, já que esses muleques não atualizam esta bosta...Esse mundo já tá dando no meu, justo no meu saco! E olhem que esta notícia tem quase cinco anos.</font></span></p><p align="justify"><span style="font-size: 12pt; color: red; font-family: 'Times New Roman';"><font color="#666666">É meus caros carrapatos suguem logo meu sangue que estou com pressa.</font></span></p></description>
<date>11/6/2008</date>
<time>00:47:00</time>
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<title>Por que torci pro Chelsea ontem</title>
<description><p>Não morro de amores pelos ingleses, mas ontem eu confesso que assisti, torci e sofri pelo futebol inglês.</p><p>Fui tomar a minha depois de uma manhã de unicampe e lá no Cadão encontro o Fábio Sampaio, maravilha... abro os trabalho, papo tava delicioso, o Fábio só na coca Silo que conheci lá tomando sussa.</p><p>Eles foram eu fiquei. Assumi meu lugar no balcão e o Cadão: -putz o jogo!</p><p>Foi lá e ligou a tv. Chelsea x Manchester United ou time do bairro versus Man Utd. </p><p>Só porque o jogo da final do campenato europeu foi em Moscou não é motivo pra torcer pros de vermelhinho...</p><p>Chelsea pra mim era um bar que tinha aqui em Campinas metido a pub. Muleque né, um dia tava querendo catar a filha de uns amigos do meus pais e levei a presa lá. Certa altura alcólica solto essa: Porra o bar até que é legalzinho, metidinho mas legal, só esse nome que Chelséa, ninguém sabe que porra é essa! E a garota responde. . .- é um bairro de Londres. Pergunta se eu comi?</p><p>Bom mas foi lá (no bar, não em Londres) também que eu comecei a bebericar e que nacseu a minha amizade por Bruno. Provavelmente era sexta –feira dia 11 de agosto de 1995 e saímos do cursinho Ademir, Bruno e eu, comemos uma tabua de frios e bebemos como mandava o figurino: principiantes. Rateamos a absurda conta e fomos embora. Hoje tenho tantas horas de vôo com Bruno que se a empresa aérea fosse séria já teria me aposentado compulsoriamente.</p><p>Por isso que torci sofredoramente para o time do bairro da capital. Agora vamos aos agravantes: Prefiro ser patrocinado pela Adidas e pela Sansung que pela maldita Nike e pela tal AIG que vende sei lá o quê...seguro de morte, plano de saúde e agiotas...</p><p>Segundo prefiro torcer pro franco-africano Makélélé, do que para Cristiano Ronaldo, Wayne Rooney ou até mesmo Tévez. Terceiro e mais grave: torço pra minha macaquinha Ponte Preta e como o próprio Bruno fala que temos a dimensão da tragédia no futebol (eu né, porque você torce pro Guarani) e o Chelsea é <i>errado</i> como nós, nunca foi campeão é um time que tem 1,6 milhão de torcedores já o Man U têm 150.000 associados, o Chelsea foi criado para um estádio, tenha um estádio agora precisamos de um time, é que nem piscina, sem a água ela não é nada... e o mais errado dos argumentos: ele não é realmente localizado no bairro de <a title="Chelsea" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chelsea">Chelsea </a>, mas logo fora de seus limites, no bairro de Hammersmith e <a title="Fulham" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fulham">Fulham </a>. </p><p>Como dizia Jota Toledo: Que maravilha! </p><p>E foi assim peguei duas latinhas e fui ver o jogo em casa, no começo da prorrogação voltei pro Cadão, todo mundo lá torcendo igual eu. Pênaltis. Cristiano Ronaldo erra mas o Chelsea erra mais dois e perde. </p><p>Cadão ainda comenta – Poxa todo time que eu torço vira vice! </p></description>
<date>22/5/2008</date>
<time>10:58:00</time>
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<title>Desacato na Casa da Vó</title>
<description>A equipe do Cumbuca esteve, de passagem, pela agradável Casa da Vó. O restaurante, que também funciona como bar, está localizado no shopping Tilli Center, em Barão Geraldo. Nós não somos muito adeptos da idéia de beber em shopping, mas neste caso a visita valeu a pena. Por dois motivos: o lugar não tem cara de shopping e a Casa da Vó serve um lanche digno de figurar no cardápio<br />dos melhores botequins. Vejam a foto:<br /><br /><img src="/uploadfiles/casadavo/lanche2.jpg" /><br /><br />O lanche, na verdade, é uma espécie de pizza, crocante por fora e macio por dentro. Um verdadeiro desacato! Ainda mais quando acompanhado de inúmeras garrafas de cerveja servida na temperatura certa: a estúpida. O responsável pela orgia gastronômica e etílica pela qual fomos submetidos atende pelo nome de Eduardo.<br /><br /><img src="/uploadfiles/casadavo/casadavo1.jpg" /><br /><br />Fica a nossa sugestão, portanto. O Cumbuca recomenda ainda que o leitor prove uma das muitas pizzas do cardápio – de preferência comida do lado de dentro da casa – o lado mais aconchegante do<br />lugar, cheio de fotos antigas de família e mesas rústicas. Nós comemos na praça de alimentação, porque quando chegamos a Casa da Vó já estava encerrando suas atividades naquela noite. É o Cumbuca sempre dando trabalho...<br /><br /><strong>Casa da Vó<br /></strong>Av. Albino J. B. de Oliveira, 1600, Barão Geraldo, <br />fone 3289-5352</description>
<date>12/5/2008</date>
<time>08:45:00</time>
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<title>Espírita de Porco</title>
<description><br /><div style="text-align: justify;"><o:p>            É isso, outro dia no bar da esquina (98,87% dos bares ficam nas encruzilhadas) neguinho entrou com a camisa marcador de texto do Palestra e pediu: aí me vê um cigarro solto! O Zé: como? – Cê vende cigarro solto?!? O educado Zé: eu vendo cigarro.Se você quiser soltá-lo já é problema seu. O Bar quase vira de ponta cabeça das risadas dos bebadosprofissas presentes. Mas o singelo e educado Zé sequer pestanejou. Recebeu seus vinte e cinco centavos por um misero <i>Eight</i>. O cidadão meio sem saber nem onde ficava a Itália acendeu seu misero e saiu do estabelecimento.<span></span><br />    Ao pegar o caminho da roça um profissa no balcão comenta com outro nem tanto profissional assim: esse cara é Espírita.<br />O amador responde: - Você conhece?<br />-Ué ce num viu?<br />-O quê?<br />- Na camiseta dele...<br />- O número oito?<br />- Não! Escrito Valdívia embaixo do número, perto da bunda...<br />-E daí?<br />-Então, o cara é Espírita.<br />- O Valdívia?<br />- É.<br />- Meu, cala essa boca! Ele não é nem camisa oito.<br />- Bom o número dele eu não sei, mas um amigo meu cujo tio mora em <st1:personname w:st="on" productid="em São Paulo">São Paulo</st1:personname> e que conhece um dos preparadores do Palestra disse esse boliviano é Espírita.<br />- Esse seu tio conhece o filho doLula?<br />-Não é meu tio...<span></span><br />     E assim transcorreu essa importantíssima discussão ao longo de pelo menos três horas numa quarta-feira depois do almoço, num Bar, numa esquina, neste pequeno Brasil que é Campinas...</o:p></div><p style="color: rgb(102, 102, 102); text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p><div style="text-align: justify;">            Hoje, vou ver pela primeira vez a minha Macaquinha, terminar um campeonato entre os primeiros, senão o primeiro! Não dormi direito, é Festival de Cinema pra organizar, aulas pra dar, mestrado pra tocar mas... a minha Ponte Preta é que está fazendo o trabalho de fundo na minha cabeça. <br />    É uma ansiedadeagitadacontidaemocionante.<br /><span></span>    Tenho por essa Ponte um amor incondicional, daqueles que só se encontram em mães pelos seus filhos.<br /><span></span>    Vou assistir pela tevê o jogo, mas me lembro agora de duas coisas um texto de Kafka e uma história que o falecido André me contou uma vez. Ele me contou numa dessas noites chatas que só o Jô consegue fazer você dormir, ele assistiu no dito programa, aquele russo que dobra garfos com a mente. André me contou que o russo pediu para que quem estivesse em casa pegasse um relógio velho, quebrado o sem bateria e o segurasse na frente da tevê e se concentrasse. Lá foi ele e pegou um relógio de pulso que tinha o ponteiro dos segundos solto dentro dele. Bom ele junto com o russo e uma incontável quantidade de seguidores de Jô se concentraram. André com seu relógio na mão viu o ponteiro dos minutos dar um espasmo de um minuto a mais.<span></span><br />    Termino este texto com os absurdos da realidade de Kafka:</div><p style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102);" class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p><div style="text-align: center;"><span style="color: rgb(0, 0, 153);">A PONTE</span><br /></div><p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p><p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p><p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"><span>&nbsp;</span>            Eu estava teso e frio, eu era uma ponte deitado por cima de um abismo. No lado de cá estavam ficadas as pontas dos pés, do lado de lá, as mãos, cravei os dentes num barro que se esboroava. As abas do meu casaco esvoaçavam a meus lados. Lá no fundo esbravejava o gélido arroio das trutas. Turista algum iria perder-se naquela altura intransitável, a ponte ainda não fora marcada nos mapas. –Assim, fiquei deitado, esperando; tinha de esperar. Sem desabar, nenhuma ponte, uma vez erigida, pode deixar de ser ponte. <span></span>Foi uma vez à tardinha – se foi a primeira, se foi a milésima, não sei – meus pensamentos andavam o tempo todo confusos, e sempre em círculo. À tardinha, no verão, o riacho rumorejava mais soturno, foi então que ouvi passos de um homem! Para cá, para cá. – Espicha-te ponte, coloca-te em posição, viga sem corrimões, segura aquele que te é confiado. Equilibra imperceptivelmente a insegurança de seus passos, se ele porém vacilar, então dá-te a conhecer e, como um deus das montanhas, lança-o à terra. <span></span>Ele veio, tateou-me com a ponta de ferro de seu bastão, depois ergueu com ela asabas do meu casaco, ordenando-as em cima de mim. Enfiou a ponta em meus cabelos tufados e, provavelmente olhando desorientado em volta, deixou-a ficar ali por longo tempo. Depois, porém, - eu estava justamente a acompanhá-lo em meus sonhos por sobre montes e vales -, saltou com ambos os pés bem no meio de meu ventre. Estremeci, tomado de uma dor atroz, totalmente sem saber quem ele era. Uma criança? Um sonho? Um salteador? Um suicida? Um tentador? Um exterminador? E virei-me para olhá-lo. – Uma ponte que se vira! Eu ainda não tinha completado a volta, e já fui despencando, despenquei, e já fui dilacerado e espetado pelos seixos pontiagudos que sempre me haviam fitado tão pacificamente através das águas impetuosas.<br /><span></span><sup>Tradução: Betty M. Kunz</sup></p><div style="text-align: center;">És amada Ponte Preta!<br />22º54’50.67” Sul <br />47º03’17.87” Oeste<br /></div></description>
<date>4/5/2008</date>
<time>13:16:00</time>
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<title>Voltando à forma</title>
<description><p>O Cumbuca, aos poucos, vai retomando a velha forma e redesbravando os velhos botecos campineiros – seja lá o que signifique o termo redesbravar. O fato é que aceitamos o convite do Carlos Eduardo Moura, assessor do Ponto 1, para conferir o novo cardápio da casa. O bar, localizado em Barão Geraldo, não se parece em nada com os pé-sujo (assim mesmo, no singular) que estamos acostumados a freqüentar. Mas é bom demais – a julgar pela temperatura da cerveja e pela qualidade da comida. Por exemplo, esta é a meia porção de filé com gorgonzola:</p><p><img hspace="0" src="/uploadfiles/ponto1/filet2.jpg" align="baseline" border="0" /><br /> <br />Sim!!! Uma meia porção que deu para alimentar três bocas famintas. Não sei se os ébrios leitores conseguirão notar o detalhe do queijo derretido entre os pedacinhos de carne, mas ele faz toda a diferença. E como nós não conseguimos comer sem beber nada, fomos abastecidos incansavelmente por garrafas de Original – que tem sido a nossa cerveja preferida, embora a marca ainda não tenha resolvido patrocinar este pobre site. <br /> <br /><img hspace="0" src="/uploadfiles/ponto1/chora.jpg" align="baseline" border="0" /><br /> <br />Vejam, na foto acima, os são-paulinos Junior e Fred Jorge (sim, o DJ onipresente também estava por lá). Ambos aproveitaram o encontro casual para chorar as mágoas da derrota para o Palmeiras, na semifinal do Campeonato Paulista. Desce mais cerveja, garçom!<br /> <br /><img style="WIDTH: 376px; HEIGHT: 517px" height="517" hspace="0" src="/uploadfiles/ponto1/bolinho1.jpg" width="376" align="baseline" border="0" /><br /> <br />Depois do filé, cometemos ainda o desvario de pedir uma porção (meia também! Meia!) de bolinhos mexicanos. Apimentados na medida certa, mas um pouco pesados para acompanhar o líquido sagrado dos egípcios. De toda maneira, a receita está aprovadíssima pelo Cumbuca, que pretende voltar com menos sede e mais fome da próxima vez. <br /> <br /><img hspace="0" src="/uploadfiles/ponto1/os3.jpg" align="baseline" border="0" /><br /> <br />Antes de ir embora, a foto tradicional do prejuízo: Lucas, com a camisa da Ponte Preta, ignorou o protocolo e não vestiu o uniforme oficial do Cumbuca, como fizeram Bruno e Junior (observem a elegância dos dois nesta foto). Por conta disso, foi o escolhido para pagar a multa (leia-se a conta). Estaria lavando pratos até hoje, não fosse a cordialidade dos proprietários. <br /><strong>O Ponto 1 fica na rua Eduardo Modesto, 54, em Barão. O telefone é 3289-2378. </strong></p></description>
<date>29/4/2008</date>
<time>10:03:00</time>
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<title>Um majestoso adeus</title>
<description><span id="titulo"></span><b><font size="2">por ROBERTO VIEIRA</font></b><span id="txt"><b><font size="2">&nbsp;</font></b><br /><p><b><font size="2"><em>... carta publicada esta semana nos jornais de Campinas</em></font></b></p><br /><p><font size="2">'Querem me dizer adeus.</font></p><br /><p><font size="2">Vivem aos cochichos pelos cantos. Pelas salas. Pelas noites.</font></p><br /><p><font size="2">Têm medo de me ver sofrer.</font></p><br /><p><font size="2">Pois é triste dizer adeus a quem se ama. Mas, insisto: Querem me dizer adeus!</font></p><br /><p><font size="2">Amanhã serei saudade, uma nota no rodapé dos livros.</font></p><br /><p><font size="2">Uma citação.</font></p><br /><p><font size="2">Estou velho. Sou de um tempo em que se construíam sonhos com as próprias mãos.</font></p><br /><p><font size="2">Hoje chamam a Odebrecht. Será parente do Bertold?</font></p><br /><p><font size="2">O Bertold sempre me dizia que não basta ter sido bom quando se deixa o mundo.</font></p><br /><p><font size="2">É preciso ter deixado o mundo melhor.</font></p><br /><p><font size="2">E eu, modéstia à parte, deixei.</font></p><br /><p><font size="2">São quase sessenta anos de um casamento feliz. Outros possuem brincos de ouro.</font></p><br /><p><font size="2">Eu possuo bodas de diamante.</font></p><br /><p><font size="2">Mas, se o adeus for melhor para a Ponte Preta, fico feliz. Dever cumprido.</font></p><br /><p><font size="2">Quando nasci, eu era o Majestoso. Maior que eu apenas o Januário e o Pacaembu.</font></p><br /><p><font size="2">Eu vi a Ponte crescendo. Ganhando, perdendo, sonhando, sofrendo.</font></p><br /><p><font size="2">Eu vi Dicá, vi Carlos, Polozzi, Oscar. </font></p><br /><p><font size="2">E eu acompanhei na distância os três jogos das finais de 1977. Silencioso. Facundo.</font></p><br /><p><font size="2">Vice.</font></p><br /><p><font size="2">Não sabem se me vendem, ou se me entregam para ser vendido.</font></p><br /><p><font size="2">Embora não goste de me sentir um objeto, um escravo, um bem material, de nada adiantariam meus protestos.</font></p><br /><p><font size="2">Para muitos sou apenas cimento e tijolo. E <i>business</i>.</font></p><br /><p><font size="2">Que me vendam!</font></p><br /><p><font size="2">Mas todo mundo tem direito a um último desejo. E eu sou como todo mundo.</font></p><br /><p><font size="2">Peço aos meninos da Ponte. Ponte a quem eu amo sobre todas as coisas desse mundo.</font></p><br /><p><font size="2">Eu quero ser campeão paulista de 2008!</font></p><br /><p><font size="2">Eu quero ser campeão pela primeira e última vez na minha história.</font></p><br /><p><font size="2">Depois, podem ir de mala e cuia para o Jardim Eulina...</font></p><font size="2"><b><br /><p><font size="3">M. Lucarelli </font></p></b></font></span><br /></description>
<date>26/4/2008</date>
<time>20:11:00</time>
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<title>Dobrando o Twin</title>
<description>Quando a equipe do Cumbuca soube que o Twin estava preparando sua portentosa dobradinha às terças-feiras, organizou uma força-tarefa para provar da iguaria. Quando chegamos no boteco nos deparamos com esta imagem:<br /><br /><img vspace="0" hspace="0" border="0" align="bottom" src="http://www.cumbuca.com.br/uploadfiles/twin/DSCF5509.jpg" style="width: 351px; height: 440px;" /><br /><br />Twin finalizava o monumental prato. Nós, com água na boca, fomos convidados a aguardar do lado de fora da cozinha para não descobrir o segredo da receita do Gordo. E dá-lhe cerveja gelada para acalmar as nossas úlceras, que nasciam – uma atrás da outra – de tanta ansiedade. Eis que, de repente, não mais que de repente (como dizia o poeta), surge em nossa mesa a dobradinha:<br /><br /><img src="http://www.cumbuca.com.br/uploadfiles/twin/DSCF5482.jpg" style="width: 351px; height: 468px;" /><br /><br />Veio acompanhada de pão, farinha e pimenta – a trilogia perfeita para uma noite idem. E com que satisfação mergulhamos na majestosa comida! Há tempos que a equipe do Cumbuca não era recebida com tamanha disposição. Num determinado momento, a realidade ganhou contornos de ficção: flagramos Twin comendo uma porção de dobradinha! Twin, que é gordo de maldade, já que nunca come nada quando está trabalhando, arcou com as conseqüências:<br /><br /><img src="http://www.cumbuca.com.br/uploadfiles/twin/DSCF5502.jpg" style="width: 353px; height: 374px;" /><br /><br />Dormiu no colo do cumbuqueiro Junior!<br /><br /><img src="http://www.cumbuca.com.br/uploadfiles/twin/DSCF5500.jpg" style="width: 318px; height: 278px;" /><br /><br />Já reestabelecido, pediu para ser fotografado com o restante da equipe. Não percebeu, porém, que cometia a segunda gafe da noite: apesar de abraçado ao Bruno, bugrino feito ele, deixou-se fotografar ao lado do pontepretano Lucas – que ainda tentou esconder o distintivo da jaqueta para não comprometer a biografia do Gordo. <br /><br /><img src="http://www.cumbuca.com.br/uploadfiles/twin/DSCF5526.jpg" style="width: 330px; height: 439px;" /><br /><br />No final da noite, já sem controle da situação, Twin nada pôde fazer quando tomamos conta do balcão para tomar a saideira, apesar do aviso proibitivo logo ao lado. Fica a dica do Cumbuca: provem a dobradinha do boteco, a honestíssimos R$ 5,00. O Bar do Twin fica na Av. Francisco de Paula Oliveira Nazareth, 491, Parque Industrial - Tel. 3272-3187. <br /><br /><br /></description>
<date>18/4/2008</date>
<time>17:30:00</time>
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<title>Parece mentira</title>
<description>Era o dia da mentira, mas o Cumbuca bebeu de verdade na inauguração do <span style="font-weight: bold;">Bar do Italiano </span>(Rua Conceição, 860, Cambuí, fone: 3294.4842). O convite partiu do Fred Jorge, sabedor que é de nossa disposição para encarar desafios como o que nos foi colocado: provar todos os chopes e as bebidas possíveis e imagináveis servidas pela casa. <br /><br /><img src="http://www.cumbuca.com.br/uploadfiles/italiano_italianoefred.jpg" /><br /><br />Notem a expressão de arrependimento do Fred Jorge e do Italiano nesta foto. Aqui eles percebem o tamanho do prejuízo que a equipe do Cumbuca poderia proporcionar. <br /><br />Eu disse poderia, porque somos um time educado e tudo acabou bem. Opa, faltou a vírgula. Eu quis dizer: tudo acabou, bem. Tinhamos que terminar o barril de Eisenbahn, uma cerveja de Blumenau que foi a primeira marca brasileira avaliada e aprovada pelo revista Beers of the World, uma referência obrigatória para quem conhece o assunto. <br /><br /><img src="http://www.cumbuca.com.br/uploadfiles/italiano_nois.jpg" /><br /><br />Aqui nesta foto vocês podem ver nossa cara de felicidade quando o Italiano disse que ainda havia outro barril. O cara é gente fina e montou o bar inspirado em algumas casas que conheceu na Europa. O clima europeu do lugar fica por conta da fachada original do casarão e pela variedade de cervejas belgas, alemãs (futuramente marcas italianas, espanholas, francesas e americanas farão parte do cardápio). Para quem gosta de variar, o espaço é uma ótima pedida. <br /><br />Não deu tempo de comer nada ou ninguém. Era inauguração do bar e, sabe como é, o clima não é propício para os excessos da carne. Mas o Italiano disse que o cardápio da casa será inspirado na culinária - adivinhem - da Itália. Vamos torcer apenas para que ele não passe a cobrar em euros. <br /><br /><img src="http://www.cumbuca.com.br/uploadfiles/italiano_bebes.jpg" /><br /><br />Pra terminar a noite nos foram oferecidas duas bebidas campeãs: o licor de cerveja e a Lust, uma espécie de champanhe, também de cerveja (foto acima). Tudo muito bom e recomendável. São esses pequenos detalhes que fazem a diferença num ambiente. O Cumbuca gostou da primeira impressão. <br /><br />O bar terá capacidade para 80 pessoas sentadas e funcionará de quarta a sexta das 18h às 2h. Aos sábados ficará aberto das 11h às 2h e aos domingos das 11h às 23h.<br /><br /><br /></description>
<date>4/4/2008</date>
<time>14:22:00</time>
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<title>PIADA DE PORTUGUÊS</title>
<description><p align="center"><img style="WIDTH: 407px; HEIGHT: 294px" height="294" hspace="0" src="/uploadfiles/Cyti%20no%201%20de%20Abril.jpg" width="407" align="baseline" border="0" /></p><p align="justify"><font color="#000099">É... se fosse fácil até você faria caro cumbuqueiro: o Zé Português dono do City Bar (lugar frequentado pela fina flor campineira) fez uma piada neste 1<sup>o</sup> de abril e  não abriu o bar e ainda colocou uma faixa ' estamos trabalhando para melhor atende-lo vamos ser muito rápidos' . Que coisa não? A pergunta que fica é a seguinte: o que muda no atendimento trocando os azulejos?</font></p></description>
<date>2/4/2008</date>
<time>20:07:00</time>
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<title>Primeiro de Abril é uma maravilha!</title>
<description><p align="justify"><font color="#000099">   O Cumbuca vai voltando aos pouquinho que é pra não dar dor muscular, taí 1<sup>o </sup>de Abril no 1<sup>o</sup> de Abril buteco bão ... por que esse nome? Diz o Fernandão que ele não sabe (mentira, pô o cara toca o bar faz 33 anos e nunca soube nada, até eu que sou mais bobo)</font></p><p align="center"><font color="#000099"><img style="WIDTH: 410px; HEIGHT: 307px" height="307" hspace="0" src="/uploadfiles/Fernandão-%201abril.jpg" width="410" align="baseline" border="0" /></font></p></description>
<date>2/4/2008</date>
<time>20:03:00</time>
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<title>Vovô beberrão</title>
<description><p>Buster Martin é um inglês de 101 anos. Ele ficou famoso por ser a pessoa mais velha a disputar uma maratona. Martin adora correr. Só tem uma coisa que ele gosta mais na vida: de cerveja. Aliás, nos treinos preparatórios para a tradicional Maratona de Londres, o vovô inaugurou uma forma inusitada de hidratação: nos intervalos das corridas, Buster Martin entorna um litro de cerveja. Fosse ele brasileiro e teria patrocínio garantido para a São Silvestre. Confiram o video do corredor bebum <a href="http://terratv.terra.com.br/templates/channelContents.aspx?channel=2473&contentid=193572"><strong><font color="#cc3333">clicando aqui</font></strong></a>. </p><p /></description>
<date>12/3/2008</date>
<time>21:27:00</time>
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<title>Não morreu!</title>
<description><p align="justify"><img hspace="0" src="http://bp0.blogger.com/_8nGlV2FuxVA/R3qjwX1rs8I/AAAAAAAAAVE/mzBHv24jX28/s200/lingui%C3%A7a1.jpg" align="baseline" border="0" /><img hspace="0" src="http://bp0.blogger.com/_8nGlV2FuxVA/R3qjlX1rs7I/AAAAAAAAAU8/pbAQcFPXCo0/s200/lingui%C3%A7a.jpg" align="baseline" border="0" />   Pouca gente se deu conta, mas o fabuloso lanche de lingüiça do falecido Bar Paulista, vulgo Bar da Lingüiça, não deixou de ser fabricado com o fechamento do pé-sujo. O boteco, que mantinha as portas abertas desde 1937 e encerrou as atividades no fim do ano passado, era famoso pelo lanche que matou a larica de várias gerações de campineiros. Muito boêmio desatou a chorar quando foi anunciada a morte do estabelecimento. Julgaram que a cidade perderia um de seus mais legítimos patrimônios: o lanche de lingüiça com queijo derretido e vinagrete. A parada, porém, continua sendo feita! A idéia foi do chapeiro Donizetti, que detém o segredo do preparo e herdou a chapa suja do boteco, responsável pelo tempero inigualável de tudo o que é feito sobre ela. Com muita propriedade, Doni abriu a Banca da Lingüiça, a 100 metros do bar, na Av. João Jorge. Lá ainda se pode degustar a iguaria, como as fotos não me deixam mentir. Apesar do Bar da Lingüiça já fazer parte da história e do passado, seu mais querido produto continua vivo e dando o que falar. </p></description>
<date>9/3/2008</date>
<time>10:44:00</time>
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<title>ESCANDALO!</title>
<description><p align="justify">   <font color="#000099">O jornalista Bruno Ribeiro é flagrado curtindo o carnaval com toda a sua magra pujança quando, na realidade, estava sendo pago para cobrir o fabuloso carnaval campineiro. Usa seu Cartão Corporativo do Estado de São Paulo (que deveria ser usado exclusivamente para cobrir gastos referentes ao buraco do metro da marginal Pinheiros) para, segundo fontes locais, comprar cerveja quente, joga-la toda fora e encher o toba de capeta, o verdadeiro conteúdo de suas latinhas. Segundo moradores locais ele, já em estado alterado, foi abordado por três turistas norte-americanos que lhe venderam uma fantasia de carnaval. Maria da Silva, moradora local disse que os gringos diziam com bastante sotaque <i>que a fantasia era a da Rainha da Bateria da Vai Vai deste ano. E daí ele comprou dizendo que os caras pareciam confiáveis.</i> Ribeiro pagou a bagatela de R$ 238,13 com o cartão corporativo. Gastou mais de R$ 57,00 em uma latinha de cerveja, 23 capetas e 7 maços de hollywood, tendo assim que ressarcir os cofres públicos em 295,13 reais fora o desconto, em folha de pagamento, do dia de serviço. </font></p><p align="justify"><font color="#000099">   Segundo o presidente da OAB tudo isso deve ser apurado porém existem amparos legais por estarmos no período de carnaval que sob o reinado momentâneo de Momo, Bruno teria vários atenuantes. Segundo Flávio, estudante de ecologia da Unicamp:- O pior foi o desperdício, no mundo em que vivemos, da cerveja e eu vi ele jogando bitucas no chão também!</font></p><p align="justify"><font color="#000099">   Na seqüência de imagens vemos que ele trata de negar os fatos, mas depois desiste.</font></p><p align="justify"><font color="#000099">   A assessoria do jornalista não foi encontrada até o fechamento desta edição. </font></p><p align="left"><img style="WIDTH: 409px; HEIGHT: 1417px" height="1417" hspace="0" src="/uploadfiles/Sequência%20Bruno-ok.jpg" width="409" align="baseline" border="0" /></p></description>
<date>23/2/2008</date>
<time>15:57:00</time>
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<title>Argentina é maior consumidora de maconha da América Latina</title>
<description><p align="center"><font color="#0099ff">Pesquisas apontam que argentinos ultrapassaram chilenos no consumo da droga</font></p><p align="center"><img style="WIDTH: 363px; HEIGHT: 216px" height="216" hspace="0" src="/uploadfiles/Argentina%20maconhera.jpg" width="363" align="baseline" border="0" /></p><p><b><i><font color="#666666">Walter Bianch, da Reuters</font></i></b></p><p style="MARGIN-TOP: 7.5pt" align="justify"><font color="#3399ff">BUENOS AIRES - Os argentinos quase triplicaram o consumo de maconha nos últimos três anos, transformando-se nos maiores consumidores da América Latina, segundo o jornal <i>La Nación</i> publicou na edição deste domingo, 24.</font></p><p align="justify"><font color="#0066ff">O jornal apontou que, segundo dados preliminares, mais de 6% da população argentina consome habitualmente maconha, frente a pouco mais de 2% em pesquisa anterior, feita em 2004. </font></p><p align="justify"><font color="#0033cc">Com isso, a Argentina passou a ser o país latino-americano com o maior consumo de maconha, ultrapassando o Chile, que tem 5,3% segundo a publicação. </font></p><p align="justify"><font color="#000099">O jornal informou que os dados são parciais e extra-oficiais, de uma pesquisa nacional sobre o consumo de drogas no país sul-americano que será finalizada no fim do ano.</font></p><p><sup><font color="#999999">Fonte: </font></sup><a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/24/156.htm"><sup><font color="#999999">http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/24/156.htm</font></sup></a></p></description>
<date>26/6/2007</date>
<time>19:23:00</time>
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<title>Será isso que noticiam?</title>
<description><p align="center"><font color="#ff0000">Será que esse caos aéreo é apenas um motim de controladores descontrolados ou tem algo a mais nesse embrolho todo?</font></p><p align="center"><font color="#000099"><img style="WIDTH: 348px; HEIGHT: 196px" height="196" hspace="0" src="/uploadfiles/pires-e-md.gif" width="348" align="baseline" border="0" /></font></p><p align="justify"><font color="#000099">Parece haver um mal estar dentro do Ministério de Defesa: </font></p><p align="justify"><font color="#990000">Waldir Pires em </font><a title="1963" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1963"><font color="#990000">1963 </font></a><font color="#990000">, quando exercia a função de Coordenador dos Cursos Jurídicos da </font><a title="UNB" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UNB"><font color="#990000">UNB </font></a><font color="#990000">, onde era também professor de </font><a title="Direito constitucional" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_constitucional"><font color="#990000">Direito Constitucional </font></a><font color="#990000">, foi convidado pelo Presidente </font><a title="João Goulart" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JoÃ£o_Goulart"><font color="#990000">João Goulart </font></a><font color="#990000">para ocupar o cargo de Consultor Geral da República o que o tornou responsável pelas análises e pareceres da juridicidade e da constitucionalidade das leis de Remessa de Lucros e Dividendos e da lei de </font><a title="Reforma Agrária" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reforma_AgrÃ¡ria"><font color="#990000">Reforma Agrária </font></a><font color="#990000">, entre outras. Exercia este cargo quando da eclosão do Movimento Cívico-Militar em </font><a title="31 de março" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/31_de_marÃ§o"><font color="#990000">31 de março </font></a><font color="#990000">de </font><a title="1964" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1964"><font color="#990000">1964 </font></a><font color="#990000">e foi, junto com </font><a title="Darcy Ribeiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Darcy_Ribeiro"><font color="#990000">Darcy Ribeiro </font></a><font color="#990000">, o último membro do Governo a sair do Palácio do Planalto, onde ficaram, a pedido do presidente para tentar garantir o respeito à Constituição num documento enviado ao Congresso - mas desprezado pelas forças de apoio aos militares - que declararam vaga a presidência quando o presidente encontrava-se ainda em território nacional, no </font><a title="Rio Grande do Sul" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Sul"><font color="#990000">Rio Grande do Sul </font></a><font color="#990000">. No dia </font><a title="4 de abril" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/4_de_abril"><font color="#990000">4 de abril </font></a><font color="#990000">, cassado já na 1º lista e perseguido, sai com Darcy de </font><a title="Brasília" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BrasÃ­lia"><font color="#990000">Brasília </font></a><font color="#990000">,de madrugada, num monomotor conseguido pelo deputado </font><a title="Rubens Paiva" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rubens_Paiva"><font color="#990000">Rubens Paiva </font></a><font color="#990000">, e vai para o exílio no </font><a title="Uruguai" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uruguai"><font color="#990000">Uruguai </font></a><font color="#990000">,onde depois o encontra sua esposa Yolanda e seus cinco filhos. </font></p><p align="justify"><font color="#000099">E hoje o cara é o Ministro da Defesa? Será que a coisa não passa por aí? E ainda nestes tempos em que o golpe faz aniversário... </font></p><p align="justify"><font color="#000099">Pior é o tom de ameaça de militares não identificados pelo Estadão mas que o jornal faz questão de dar o direito á voz:</font></p><p align="justify"><font color="#990000">01 de abril de 2007 - 12:33 </font></p><p align="justify"><font color="#990000">Negociação com controladores de vôo provoca crise militar<br />Oficiais das Forças Armadas ficam indignados com a possibilidade de não haver punições para os controladores de vôo, que se amotinaram em greve, na sexta, 30</font></p><p align="justify"><strong><i><font color="#990000">Bruno Tavares e Marcelo Godoy</font></i></strong></p><p align="justify"><font color="#990000">SÃO PAULO - A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de impedir a prisão dos controladores de vôo amotinados no centro de controle aéreo de Brasília (Cindacta-1) abriu uma crise entre os militares. Para oficiais-generais ouvidos pelo Estado, a ordem presidencial “maculou” a hierarquia e a disciplina, pilares das Forças Armadas. Mesmo insatisfeito, o Alto Comando da Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou ontem uma nota oficial em que acata o acordo feito entre o governo e os sargentos controladores.</font></p><p align="justify"><font color="#990000">“Temos de nos adaptar aos tempos e preservar as instituições. Mas já que é desejo deles (dos líderes do movimento) se tornar civis, queremos que saiam o quanto antes do nosso convívio”, diz um oficial da FAB. Não há clima de demissão no Alto Comando da Aeronáutica. “Por enquanto, todos vão manter seus postos.”</font></p><p align="justify"><font color="#990000">Apesar disso, os oficiais consideram que se abriu um precedente perigoso para as três Forças. Na opinião de outro militar, melhor seria que o governo se reunisse com o Alto Comando da FAB e revisse a decisão de não punir os rebelados. “O que eles (os controladores) fizeram é crime, previsto no Código Penal Militar.” Um oficial do Exército foi mais longe: “Você sabe que os nossos pilares são hierarquia e disciplina. Sessenta e quatro só saiu porque tentaram quebrar esses dois pilares”.</font></p><p align="justify"><font color="#990000">A frase com a referência ao movimento que derrubou o presidente João Goulart em 1964 demonstra o apoio que a FAB recebeu ontem do Exército e da Marinha. “Há total solidariedade com o comando da Aeronáutica, não tenha a menor dúvida disso”, diz um oficial do Exército. Os militares avaliam que é necessário demonstrar união, para evitar que a atitude dos controladores tenha um efeito dominó. “As três Forças sofrem o mesmo problema (salarial)”. Daí o risco que os oficiais dizem haver de eclosão de outros movimentos reivindicatórios nas Forças Armadas.</font></p><p align="justify"><font color="#990000">As imagens de praças amotinados em Brasília e em outros quartéis exibidas pela imprensa causou revolta e a certeza de que os controladores promoveram um motim, crime que seus autores não procuram esconder. Pelo contrário, posaram para fotos, numa verdadeira afronta aos seus comandantes.</font></p><p align="justify"><font color="#990000">Ao contrário do que ocorreu na gestão do brigadeiro Luiz Carlos Bueno, desta vez os militares não criticaram a atuação do comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, na condução da crise. O Palácio do Planalto também assegurou estar “muito satisfeito” e garantiu a manutenção de Saito. “O comandante da Aeronáutica não está comprometido e não foi desautorizado pelo presidente. O presidente não vai mexer no Saito”, disse um interlocutor direto do presidente. “Ele (o comandante da FAB) teve coragem de parar no meio do caminho e agiu com sabedoria”, afirmou Lula, de acordo com o mesmo interlocutor.</font></p><p align="justify"><font color="#990000">Concluídas as negociações, ainda na madrugada de sábado, Saito convocou uma reunião do Alto Comando da Aeronáutica para as 10 horas de ontem. Avaliou-se a crise e suas seqüelas - inclusive os danos à imagem de Saito. Ele permaneceu no cargo, para não agravar mais a situação. Seu sucessor natural, o brigadeiro Jose Américo dos Santos, já foi comandante do tráfego aéreo e enfrentou problemas com controladores. </font></p><p align="justify"><font color="#990000">Em relação ao ministro da Defesa, Waldir Pires, o interlocutor do presidente afirmou que “foi negativa a ausência dele em Brasília, na hora que estourou a crise”, e não sabia a razão de sua viagem. Só ontem a Defesa explicou que o ministro foi ver a filha, que passou por cirurgia.</font></p><p align="justify"><sup><font color="#999999">Fontes:</font></sup></p><p align="justify"><sup><font color="#999999">http://pt.wikipedia.org/wiki/Waldir_Pires</font></sup></p><p align="justify"><sup><font color="#999999">http://www.estadao.com.br/ultimas/cidades/noticias/2007/abr/01/55.htm</font></sup></p></description>
<date>1/4/2007</date>
<time>17:06:00</time>
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<title>Homenagem a um imprescindível</title>
<description><p align="center"><font color="#666666">Hay hombres que luchan un dia<br />y son buenos.<br />Hay otros que luchan un año<br />y son mejores.<br />Hay quienes luchan muchos años<br />y son muy buenos.<br />Pero hay los que luchan toda la vida<br />esos son los imprescindibles.</font><font color="#666666"><br /></font><font color="#999999"><sup>Bertolt Brecht</sup></font></p><p align="center"><img hspace="0" src="/uploadfiles/Glauber%20Rocha.jpg" align="baseline" border="0" /></p><p align="center"><font color="#333333">Em Vitória da Conquista neste mesmo 14 de março, há 69 anos atrás nascia Glauber de Andrade Rocha.</font></p><p align="center"><br /><font color="#ff0000">Òtymo anyversáryo pra ty kompanheyro Glauber,</font></p><p align="center"><font color="#ff0000">poys apenas desenkarnastes, estás mays vyvo ke nunka.<br /></font></p></description>
<date>14/3/2007</date>
<time>19:53:00</time>
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<id>395</id></item>
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<title></title>
<description><font face="Tahoma" color="#808080" size="2"><h4><font face="trebuchet ms" size="4"><center>Campineiro gasta R$ 64 mi por ano com cerveja e chope</center></font></h4><p><font face="trebuchet ms" size="2"><i>Adriana Menezes / Agência Anhangüera</i></font></p><p align="justify"><font face="trebuchet ms" size="2">   Os freqüentadores de happy hour de<a class="clink" href="http://www.cosmo.com.br/ultimas/lista.asp?area=Campinas"> Campinas </a>atestam: a cerveja abocanha a maior parte do orçamento familiar no quesito bebida. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), cada campineiro gasta 33,5% com cerveja dentro da despesa anual com bebida, que chega a R$ 179,6, em média - calculada entre toda a população, incluindo crianças. Em Campinas, a preferência nacional supera o percentual de despesa em outras cidades paulistas como Ribeirão Preto, São Paulo e Araraquara. O campineiro gasta R$ 60,40 per capita só com cerveja e chope. Em proporção municipal, são R$ 192,5 milhões gastos anualmente em bebidas de forma geral pelos habitantes de Campinas, segundo Marcelo Coutinho, diretor-executivo do Ibope Inteligência. Um terço desse valor, portanto R$ 64,48 milhões, vai para a &quot;loira gelada&quot;, que ganha dos refrigerantes, dos cafés e da água.<br /></font><p align="center"><font face="trebuchet ms" size="2"><img style="WIDTH: 362px; HEIGHT: 558px" height="558" hspace="0" src="/uploadfiles/donna_peroni.jpg" width="362" align="baseline" border="0" /></font></p><font face="trebuchet ms" size="2"><p align="justify"><br />   Os dados fazem parte de um levantamento realizado pelo Ibope em todo o País, por meio do cruzamento de informações do Censo 2000 de cada cidade com o orçamento familiar do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) de 2002/2003, e mais os dados do próprio Ibope, colhidos em levantamentos socioeconômicos realizados em 2006. Segundo o diretor-executivo do Ibope Inteligência, por essa metodologia as pessoas não são entrevistadas. <br /><br />   &quot;O Ibope fez a atualização dos dados por meio de projeção, recalculando todos os índices&quot;, explica. Esse foi apenas um piloto sobre bebidas utilizando-se da metodologia Pyxis (bússola, em grego), que será lançada em março com a divulgação do levantamento de outras 200 categorias de produtos.<br /><br />   O valor leva em consideração todos os habitantes da cidade, incluindo crianças, que não bebem. &quot;Mas não dá para dizer que a cerveja é a mais bebida. O fato é que ela é a bebida com a qual mais se gasta. Os números não apontam consumo por litro&quot;, diz Coutinho. Para ele, os perfis de Campinas, Araraquara, São Paulo e Ribeirão Preto são muito semelhantes.</p></font></p></font></description>
<date>5/2/2007</date>
<time>23:25:00</time>
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<id>393</id></item>
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<title>Lá vem o Chaves - II</title>
<description><p align="center"><font color="#000099"><strong>Na época que ele foi sequestrado não mas agora queria ser o Chaves!!!</strong></font></p><p align="center"><img style="WIDTH: 250px; HEIGHT: 250px" height="250" hspace="0" src="/uploadfiles/chaves%20e%20mulher.JPG" width="250" align="baseline" border="0" /></p><p align="center"><sup>Chaves e uma venezuelana (e que venezuelana)</sup></p><h4 align="justify"><font color="#ff0000">Hugo Chávez fue reelecto presidente de Venezuela por un amplio margen. Escrutado el 78 por ciento de los votos, alcanzaba más de 61 puntos contra 39 del opositor de derecha Manuel Rosales, que ya reconoció su derrota</font></h4></description>
<date>4/12/2006</date>
<time>17:27:00</time>
<link><![CDATA[ http://www.8pixel.net/simpleblog/?view=pLink&id=392 ]]></link>
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<title>Exercer cidadania não só na hora do voto...</title>
<description><p align="center"><strong><u><font color="#0033ff">Todo Apoio a Emir Sader</font></u></strong></p><p><font color="#ff0000">Caros Amigos,</font></p><p align="justify"><font color="#006600">       Estamos vivendo mais um daqueles acontecimentos absurdos (enormais) da vida brasileira: o professor Emir Sader é condenado pela justiça por denunciar o racismo desprezível do presidente do PFL, Jorge Bornhausen. Um juiz de São Paulo condenou-o a perder sua cátedra na USP e a prestar um ano de serviços comunitários. O que vemos não é muito diferente das declarações do presidente do TSE, Marco Aurélio de Melo,ecoando os impulsos golpistas da OAB, da midia, e dos apoiadores de Alckmin. Só que agora, como um alvo para exercer ainda uma ultima violência eleitoral, atingiu-se uma figura pública conhecida por seu compromisso com a democracia. Através dele, o que querem as forças conservadores, é mandar um recado intimidador a todo o pensamento crítico brasileiro. Temos que repudiar com veemência este ato vingativo assinando o manifesto escrito por Antonio Candido.</font></p><p align="center"><img height="265" hspace="0" src="/uploadfiles/Emir%20Sader%20e%20Jorge%20Bornhausen.jpg" width="387" border="0" /></p> <p>Assinem o manifesto de apoio: </p><p><a href="http://www.petitiononline.com/emir2006/petition.html"><font color="#006600">http://www.petitiononline.com/emir2006/petition.html</font></a></p><p><font color="#006600"><u>http://www.petitiononline.com/emir2006/petition.html</u></font></p><p><font color="#006600"><u>http://www.petitiononline.com/emir2006/petition.html</u></font></p><p /><p>Abraços</p><p>Bajonas Brito Jr </p><p>Filosofia-UFES</p><p>Para entender mais o assunto: <a href="http://agenciacartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=12728">Carta Maior</a></p></description>
<date>5/11/2006</date>
<time>13:20:00</time>
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<title>13 horas e 45 minutos ou...</title>
<description><br /><p align="center"><font color="#ff0000"><strong>Uma fábula midiática em dois atos e em sol menor</strong></font></p><p align="justify">   <font color="#000099">Que a imprensa, escrita e falada, televisionada, enfim o que chamamos de mídia têm como função informar e eventualmente se se propõe a tanto, analisar e criticar fatos, posições, crimes, política, economia, culinária, fofocas, novelas, fuxicos, quem está comendo quem no mundo dos famosos e por aí vai, não é nenhuma novidade. Acontece que não é de hoje que a mídia é considerada o quarto poder dentro de uma nação. É um poder não oficial, digamos assim, digamos que não faz parte da máquina pública, ele é, no nosso caso, de propriedade privada.</font></p><p align="justify"><font color="#000099">&nbsp;</font><font color="#000066">Hoje é o dia de apertar os botões e escolher entre um e outro e o que podemos dizer é 'graças à Deus' por chegarmos até aqui, ou melhor graças aos que pensam e tem compromisso com este país, pois este segundo turno foi praticamente fabricado pela mídia com o caso do dossiê e das fotos do dinheiro dois dias antes das eleições. Bom, o Lula (como presidente e candidato) mas principalmente o PT parece ter colocado a cabeça no lugar, Brigando com membros autoritários de dentro do partido como o Sr. Walter Pomar que publicou na página de campanha do Lula acusações pessoais ao Alckmin e a sua família, o PT retirou imediatamente o artigo da internet e pediu desculpas. O que o Walter não sabe (ou se saber poderia ir para o PFL) é que o Partido dos Trabalhadores fez um tremendo esforço para não se deixar levar pela baixaria e provocações de uma direita em ofegante desespero pela quase definitiva perda do poder. O PT conseguiu diminuir a temperatura das acusações (falsas ou não) provocadas por uma imprensa desonesta e por uma mídia irresponsável que dando ouvidos a um setor oligárquico de nosso país esquece de fazer jornalismo. Desonesta por tentar vender aos seus consumidores-clientes que a imprensa é isenta. Não é nunca foi e acho improvável que seja algum dia. A imprensa sempre serve a algum interesse e é a partir desses interesses que ela trabalha. Por isso o que Ali Kamel da rede Globo escreve é desonesto: “ Decidi apenas dizer que nos orgulhávamos da isenção que conseguimos imprimir em nossos telejornais.” – na integra no http://www.tvebrasil.com.br/observatorio/ . Irresponsável por atuar com impunidade, colocando informações direcionadas e omitindo outras. Não faz jornalismo por não oferecer de maneira clara todas as informações e depois sim analisa-las, criticá-las e discuti-las colocando espaço para que o leitor pense e tome suas decisões e construa sua opinião sobre o mundo que o cerca. Até revistas que não tem diretamente uma ligação com a política como a Super Interessante colocam coincidentemente uma capa assim: </font></p><p align="center"><font color="#000066"><img hspace="0" border="0" src="/uploadfiles/capa_super.jpg" /></font></p> <p align="justify">   <font color="#000033">Por isso me é difícil de acreditar numa imprensa e numa mídia assim, que se crê tão dona da verdade e é tão soberba que se dá o direito de manipula-la. Não gosto muito desta frase mas ela tem sua verdade no Brasil hoje: “ jornalismo é que nem salsicha, se você sabe como é feito nunca mais consome”.</font></p><p align="justify"><font color="#000033"></font></p><p align="justify"><sup><font color="#999999">Artigos usados para escrever isto. </font></sup></p><p align="justify"><a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/elmundo/4-75318-2006-10-29.html"><sup><font color="#999999">http://www.pagina12.com.ar/diario/elmundo/4-75318-2006-10-29.html</font></sup></a></p><p align="justify"><a href="http://www.tvebrasil.com.br/observatorio/"><sup><font color="#999999">http://www.tvebrasil.com.br/observatorio/</font></sup></a><sup><font color="#999999">&nbsp;</font></sup></p><p align="justify"><a href="http://www.cartacapital.com.br/index.php?funcao=exibirMateria&id_materia=5459"><sup><font color="#999999">http://www.cartacapital.com.br/index.php?funcao=exibirMateria&amp;id_materia=5459</font></sup></a></p><p align="justify"><a href="http://super.abril.com.br/super/revista/231.shtml"><sup><font color="#999999">http://super.abril.com.br/super/revista/231.shtml</font></sup></a></p></description>
<date>29/10/2006</date>
<time>13:03:00</time>
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<title>Putz que sacanagem...</title>
<description><p><img style="WIDTH: 292px; HEIGHT: 434px" height="434" hspace="0" src="/uploadfiles/Heloisa-Helena.jpg" width="292" align="baseline" border="0" /></p></description>
<date>11/10/2006</date>
<time>16:55:00</time>
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<title>Entrevista imperdivel!</title>
<description><p align="center"><font color="#3300cc"><strong>Um construtor de utopias</strong></font></p><p><sub><font color="#666666">Por Mariluce Moura</font></sub></p><p align="justify"><font color="#666666">“A palavra cinema já me soa conservadora. A imagem audiovisual tem outras formas possíveis além do cinema. Estou falando de uma nova maquinaria de imagens, de novas fantasmagorias, novas e insuspeitadas sombras eletrônicas, ou melhor, luzes eletrônicas que por enquanto apenas entrevemos.” No palco da imensa sala 1 do Memorial da América Latina, bem iluminado só em uma pequena área destinada ao personagem em cena, Fernando Birri, 81 anos, mirava assim o futuro, em sua aula magna no final da manhã de 14 de julho, logo após ser apresentado à platéia pelo presidente do Memorial, Fernando Leça. </font></p><p align="center"><img hspace="0" src="/uploadfiles/fernando_birri2.jpg" border="0" /></p><p align="justify"><font color="#666666">Na verdade, a maioria das pessoas reunidas ali para ouvi-lo, faixa etária amplíssima, entre menos de 20 e mais de 80 anos, sabia muito bem quem era aquela figura venerável de longas barbas brancas, a lembrar um profeta nordestino, na visão de alguns, ou Leon Tolstoi, no olhar de outros. Porque para aficionados do cinema produzido fora do <i>mainstream</i>, como era o caso de quase todos ali, o nome de Birri, cineasta argentino e cidadão do mundo, é nada menos que uma metáfora da capacidade de resistência e de múltiplos renascimentos do cinema latino-americano, em mais de cinco décadas. Com certa freqüência a ele se atribui a paternidade do Novo Cinema Latino-Americano.</font></p><p align="justify"><font color="#666666">A aula magna fazia parte do 1º Festival de Cinema Latino-Americano, promovido pelo Memorial e pela Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, que coincidentemente tem à frente nesse momento o cineasta João Batista de Andrade. O evento fora aberto na noite do domingo, 9, com o mais recente filme de Fernando Birri, o documentário<i> Za-2005</i>. <i>Lo viejo y lo nuevo</i>, um megaclipe, como ele mesmo define, uma colagem de cenas tiradas de algumas das melhores produções do continente em diferentes épocas. Nele, trechos de clássicos como <i>Memórias do subdesenvolvimento</i>, do cubano Tomás Gutiérrez Alea, Vidas secas, do brasileiro Nelson Pereira dos Santos, e Tire Dié, do próprio Birri, considerado uma obra-prima fundadora, dialogam com cenas de trabalhos cinematográficos recentes de alunos da Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de Los Baños, em Cuba (EICTV). Como disse em <i>O Estado de S. Paulo</i> o crítico Luiz Zanin Oricchio, o filme “é a perfeita imagem do seu autor – fala do sonho de um cinema latino-americano que se impõe por seu rigor, por sua força e qualidade, e cresce à margem da grande indústria mundial do entretenimento”. </font></p><p><font color="#ff0000"><a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3060&bd=1&pg=1&lg="><em>In </em>Revista Pesquisa da Fapesp Edição Impressa 127 - Setembro 2006 – Leia na integra!</a></font></p></description>
<date>17/9/2006</date>
<time>12:48:00</time>
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<title>Essa é boa...</title>
<description><p><font color="#990000">Na Índia necessita-se de pelo menos uns 5 anos de exercícios, meditação e concentração, no Brasil, 2 horas num buteco bebendo cachaça.</font></p><p><font color="#990000">Recultado: O mesmo</font></p> <img style="WIDTH: 353px; HEIGHT: 262px" height="262" hspace="0" src="/uploadfiles/Yoga%20Indiana.jpg" width="353" align="baseline" border="0" /><p /><p /><p><sup><img style="WIDTH: 355px; HEIGHT: 243px" height="243" hspace="0" src="/uploadfiles/Yoga%20Brasileira.jpg" width="355" align="baseline" border="0" /></sup></p><p><font color="#000099">Agradeço a contribuição do cinegrafista Marião que apesar de carioca é gente boa...rs...</font> </p></description>
<date>6/9/2006</date>
<time>13:08:00</time>
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<title>O PCC aqui e acolá </title>
<description><br /><p align="justify">   <font color="#0000ff">Não quero aqui me gabar por ser argentino ou coisa que o valha, mesmo por que minha alma é brasileira , meu corpo é que é argentino! Claro fico dividido sim, principalmente num dia como hoje em que nos enfrentamos no futebol, um amistoso pra inglês ver, embora, nessa queda de braços da pelota, não exista amistoso.</font></p><p align="justify">   <font color="#000099">Dito isto vamos ao que interessa, o PCC aqui fez uma proeza digna de cinema, algo como ‘O que é isso companheiro?’ só que em vez do embaixador, um repórter e em vez de soltar presos eles querem apenas o fim do regime diferenciado e a principal diferença é que naquele tempo eram presos políticos da ditadura e hoje são os presos preto, pobre, vagabundo, sujo, que fica no bar jogando bilhar, não gosta de trabalhar, desonesto, enfim, filhos de uma pátria puta. Só que são presos fazendo política. Há, tem que deixar morrer tudo!!! Quando eles põe fogo nos colchões? Tem que deixar morrer!!! E os que sobreviverem vão dormir no chão. Esse é o discurso da classe média besta brasileira, reacionária, desumana. Ai, cacete! Direitos Humanos em tudo se mete! Fica protegendo delinqüente. Há uns dez anos atrás havia um discurso que permeava o país: somos um país pacífico, faz muitos anos que não guerreamos com nenhum país, e aqui dentro não gostamos de conflitos, e por aí ia a ladainha... Reeditemos o massacre do Carandiru, quantas vezes for preciso até acabar de vez com o pretopobrevagabundo, como se a bandidagem estivesse no código genético. E ainda teremos pano pra manga pra fazer mais filmes, mais documentários, mais ladainha, mais, mais... Isso sim da elite pra elite, do intelectual para o intelectual, do jornalista pro jornalista. Porque <i>pretopobrevagabundo</i> não sabe nem ler direito, quanto mais fazer um filme. Deixa que eu faço um filme sobre ele quando ele tomar um tiro no meio da cabeça ou segurar uma cabeça cortada no alto de um presídio.</font></p><p align="justify">       <font color="#cc0000">Estamos caminhando pra barbárie e o bárbaro é, a principio aquele que acredita na barbárie. Nós já estamos até praticando.</font></p><p align="justify"><strong>PRESOS </strong></p><p align="justify"><strong>Del 16 al 23 de septiembre se realizará un festival de cine en la ciudad de Tandil. A pocos kilómetros de allí, en la unidad penitenciaria 37 de la localidad bonaerense de Barker, en el partido de Benito Juárez, se desarrollará otro festival para los presos y con presos de jurado. “Cine en Barker” fue anunciado ayer por autoridades de la provincia de Buenos Aires y los actores Víctor Laplace y China Zorrilla. Las mismas películas que se presentarán en Tandil se mostrarán en la cárcel y los detenidos seguirán las proyecciones con papel y lápiz. Por votación, los presos elegirán a la mejor película. </strong></p><p align="justify"><strong>Jornal Argentino Página 12 - Pirulo de Tapa | Jueves, 31 de Agosto de 2006</strong></p><p>O Vídeo do PCC :<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ytAPSfP7_b4">http://www.youtube.com/watch?v=ytAPSfP7_b4</a></p></description>
<date>3/9/2006</date>
<time>10:10:00</time>
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<title>Alguém sabe quem é este sambista?</title>
<description><p align="center"><img style="WIDTH: 292px; HEIGHT: 472px" height="472" hspace="0" src="/uploadfiles/Sambista026p&b.jpg" width="292" align="baseline" border="0" /></p></description>
<date>28/8/2006</date>
<time>01:53:00</time>
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<title>Mas o paladar 'deles' nem é tão desenvolvido assim...</title>
<description><p><span class="mattit" style="COLOR: rgb(153,0,0)">CACHAÇA NÃO É RUM, NÃO</span><br /><span class="matolho"><span style="COLOR: rgb(255,0,0)">Maiores consumidores de bebidas alcoólicas do mundo, os EUA podem, enfim, admitir as diferenças entre os destilados</span></span></p><p align="justify"><span class="matolho"><span style="COLOR: rgb(255,0,0)"><font color="#000000">       </font><font color="#0000cc">A cachaça, primeira bebida tipicamente brasileira, encontrada e badalada em vários cantos do mundo, hoje alcança quase o mesmo status do samba e do futebol no exterior. Apesar da boa aceitação que tem nos bares da moda em todos os continentes, ainda há resistências legais que dificultam que o destilado faça frente a outros concorrentes. Nos Estados Unidos, a cachaça não tem denominação própria. A legislação americana enquadra as bebidas feitas com cana-de-açúcar na categoria rum, inscrição que tem de aparecer no rótulo da aguardente brasileira. Tanto o rum como a cachaça vêm da cana, mas o sabor, o aroma e a forma de preparar são diferentes.</font></span></span></p><p><span class="matolho"><span style="COLOR: rgb(255,0,0)"></span></span><sup><font color="#0000cc">Por Paula Pacheco  <em>in</em>  </font></sup><a href="http://www.cartacapital.com.br/index.php?funcao=exibirMateria&id_materia=5265" target="_blank"><font color="#990000"><sup>Carta Capital</sup></font></a></p></description>
<date>20/8/2006</date>
<time>14:52:00</time>
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<title>O SAMBA E A PIRAPORA</title>
<description><p align="justify"><font color="#0000cc">O batuque profano e a romaria sacra convergem no interior profundo, a 54 km de SP</font></p><p align="justify"><font color="#0000cc">A charrete, o cavalo, a bicicleta, a motoca, o Fusca, a Kombi, o ônibus de turismo. Os peregrinos que vieram a pé, a barraca de lona, o banco do Fusca, a boléia do caminhão. A procissão religiosa, a música sertaneja, o parque de diversões. O samba quase escondido, encolhido, ilhado ali dentro da multidão. Tantas imagens típicas de periferia colecionam-se numa visita a Pirapora do Bom Jesus, num fim de semana de romaria e festa religiosa no município de 15 mil habitantes a 54 quilômetros de São Paulo.</font></p><p align="justify"><font color="#0000cc">A paisagem de pé de serra e as construções coloniais comprovam que ali é o interior profundo do Brasil, embora distante pouco mais de meia hora da maior capital do País, se não houver trânsito. Não fossem os cavalos, as charretes e os chapéus de caubói, a cidade apinhada de romeiros reproduziria fielmente nesses dias 5 e 6 de agosto o caos da capital. Engarrafamentos, sirenes insistentes de ambulâncias, policiamento numeroso e ostensivo (além de tudo, é o fim de semana que inaugura a terceira onda de ataques do PCC).</font></p><p><sup><font color="#000033">Por Pedro Alexandre Sanches - Revista Carta Capital </font></sup><a href="http://www.cartacapital.com.br/index.php?funcao=exibirMateria&id_materia=5218"><sup><font color="#ff0066">Leia tudo aqui</font></sup></a><br /></p></description>
<date>13/8/2006</date>
<time>22:14:00</time>
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<title> Relato  de um 'assassino' econômico</title>
<description><div style="TEXT-ALIGN: justify"><p style="TEXT-ALIGN: justify"><font color="#000033">John Perkins foi por bastante tempo uma figura respeitada dentro da iniciativa privada estadunidense. Funcionário de influente empresa de logística especializada em cálculos e projeções de infra-estrutura, ele viajou o mundo prestando assessoria a governos diversos, vendendo as maravilhas que gastos com estradas, sistemas elétricos e barragens poderiam fazer para o desenvolvimento de nações pobres. Um tipo de executivo que muitos veriam como comum nesse tipo de negócio. Perkins, porém, discorda – para ele, sua qualificação mais exata seria &quot;assassino econômico&quot;.</font></p><p style="TEXT-ALIGN: justify"><font color="#000066">John Perkins é autor de <i>Confissões de um assassino econômico</i> (Cultrix, 272 páginas), livro autobiográfico que expõe, de maneira assustadoramente crua, os esquemas subterrâneos através dos quais se entrelaçam os interesses e métodos do governo dos EUA, das grandes corporações e de instituições financeiras multilaterais.</font></p><p style="TEXT-ALIGN: justify"><font color="#000099"><b>ENDIVIDAR, MAIS E MAIS </b>Economista de formação, Perkins teve uma carreira meteórica. Ex-aspirante ao serviço secreto dos EUA e veterano de uma temporada na Amazônia junto ao Corpo de Paz do exército, ele foi contratado, em fins dos anos 1960, pela Chas T. Main Inc. (MAIN), empresa especializada em logística e infra-estrutura – ramo de companhias como a Halliburton ou a Bechtel, que atuam hoje na reconstrução do Iraque. Seu trabalho, porém, ia além da simples busca por lucros. Perkins era o que, no mundo da espionagem, costuma-se designar &quot;assassino econômico&quot; (AE). Seu objetivo era garantir, através da manipulação de dados macroeconômicos, o endividamento deliberado de nações subdesenvolvidas.</font></p><p style="TEXT-ALIGN: justify"><font color="#0000cc">O jogo funcionaria assim: a MAIN ofereceria a certo país um plano para a modernização de sua infra-estrutura. Os técnicos da companhia manipulariam suas projeções (inflando estatísticas de crescimento no setor elétrico e outros), e garantiriam que a empresa contratada fosse norte-americana. Para bancar o investimento, facilitariam linhas de crédito com instituições financeiras multilaterais sob forte influência dos EUA, como o Banco Mundial.</font></p><p style="TEXT-ALIGN: justify"><font color="#0000ff">Inflando as necessidades de investimento em infra-estrutura, e condicionando sua realização a empresas estadunidenses, a MAIN mataria dois coelhos com uma só cajadada – o dinheiro nunca chegaria a sair dos EUA, e o país contratante se veria enredado num débito alto demais para ser pago. Uma vez que a divída chegasse ao insustentável o credor poderia, então, reclamar, como contrapartida, a instalação de bases militares no território do devedor, seus recursos naturais ou seus votos em processos decisórios de organismos multilaterais. Ou ainda, mais recentemente, a aceitação de acordos de livre-comércio e privatização de empresas públicas.</font></p><p style="TEXT-ALIGN: justify"><font color="#666666"><em>Tiago Soares - </em></font><font color="#666666">Revista Ciência e Cultura</font></p></div><span style="FONT-SIZE: 12pt"><sup>In: </sup></span><font color="#800000"><sup>Cienc. Cult. v.58 n.3 São Paulo jul./set. 2006<br /></sup><a href="http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252006000300011&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt"><font color="#ff0000"><sup>leia na integra</sup></font></a></font> </description>
<date>6/8/2006</date>
<time>13:02:00</time>
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<title>Ainda a Copa!</title>
<description><img hspace="0" src="/uploadfiles/meia1.jpg" align="baseline" border="0" /></description>
<date>14/7/2006</date>
<time>13:33:00</time>
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<title>Memorial vivo! viva o memorial!</title>
<description><img alt="memorial" hspace="0" src="/uploadfiles/foto_omemorial.jpg" align="baseline" border="0" /><br /><br />Depois de amargurar com o abandono do Memorial da América Latina, símbolo de uma utopia de solidariedade entre os povos latinos, além de um conjunto arquitetônico maravilhoso, não posso deixar de expressar a minha felicidade vendo aquele espaço revitalizado, revigorado e novamente pulsando e fomentando a cultura latino-americana. Após uma reforma que reparou problemas de infiltrações, rachaduras e até uma infestação de cupins, o espaço finalmente reabriu. Simbolicamente reabriram os portões que ficam para o terminal Barra funda (que desde 89, quando o espaço foi inaugurado, estavam fechados) e com uma programação repleta. Espero que sejam sinais de uma forma nova de utilização desse espaço maravilhoso! <br /><br /><img alt="filme viva cuba" hspace="0" src="/uploadfiles/viva.jpg" align="baseline" border="0" /><br /><br />Para começar, de 10 a 16 de junho acontece o 1º Festival de Cinema Latino-americano de São Paulo com uma programação com mais de 100 filmes, convidados internacionais e oficinas. A programação se estende ao Cinesesc e Sala Cinemateca. Confira a programação no site do evento <a href="http://www.festlatinosp.com.br/port/" target="_blank">http://www.festlatinosp.com.br/port/</a> e aproveitem e dêem uma espiada no site do memorial <a href="http://www.memorial.sp.gov.br/memorial/index.jsp" target="_blank">http://www.memorial.sp.gov.br/memorial/index.jsp</a><br /><br />&quot;Era preciso lembrar quem somos a nós mesmos. &quot; <em>do próprio site do memorial<br /></em></description>
<date>11/7/2006</date>
<time>10:25:00</time>
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<title>Festa da Música! É sábado agora e na próxima quarta</title>
<description><img alt="otto" hspace="0" src="/festadamusica/imagens/f01_otto.jpg" align="baseline" border="0" /><br /><p class="tx_corpo">Em 2006 o evento acontecerá novamente em Campinas em dois dias: <br />dia <strong>24 de junho, sábado, das 12h às 21h</strong> no Teatro de Arena do Centro de Convivência com a presença do músico <strong>Otto</strong> e vários grupos de MPB, instrumental, reggae, pop-rock etc e no dia<strong> 28 de junho, quarta,</strong> com <strong>Max de Castro </strong>e Sacicrioulo a partir das 18h30 na Praça Central do Parque D. Pedro Shopping.<br /><br />A <strong>entrada é gratuita</strong>. E esse ano, sem atrasos! O palco já está montado no Arena!<br /><br />Para completar, a festa contará com a presença de barracas de bares e restaurantes que irão vender bebidas e os melhores petiscos: Rei do Joelho, Nosso Bar e Crepe Suzette.<br /><br /><br /><span class="tx_chama"><strong>Programação da Festa da Música em Campinas </strong></span><span class="tx_corpo_menor"><br />(<a href="/festadamusica/programa.htm" target="_blank">clique para ver a programação detalhada e infos das bandas </a>) </span></p><span class="style2"><p class="tx_corpo"><br /><strong><font color="#ff0000">24 de Junho, sábado, das 12h as 21h <br />no Teatro de Arena do Centro de Convivência</font></strong></p><p class="tx_corpo" /><p class="tx_corpo">Esperamos vocês lá!</p></span><span class="tx_corpo_menor style2"><br /></span><br />12h <strong>Big Band Canavial<br />Banda de Argila<br />Violentures<br />Sacicrioulo<br />Sandália de Prata<br /></strong><strong><img height="20" src="imagens/nulo.gif" width="1" /></strong>20h<strong> <span class="tx_titulo">Otto</span><br /></strong><br /><br /><strong><font color="#ff0000"><span class="tx_corpo style2">28 de Junho, quarta, às 18h30 <br />na Praça Central do Parque D. Pedro Shopping</span><br /><br /></font></strong>18h30 <strong>Sacicrioulo</strong><br /><strong><img height="20" src="imagens/nulo.gif" width="1" /></strong>20h <strong class="tx_titulo">Max de Castro</strong> </description>
<date>22/6/2006</date>
<time>10:07:00</time>
<link><![CDATA[ http://www.8pixel.net/simpleblog/?view=pLink&id=377 ]]></link>
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<title>Exposição 'botequim'</title>
<description><img alt="Buteco SESC" hspace="0" src="/uploadfiles/butecoSESC.jpg" align="baseline" border="0" /><p>Nessa semana descobrimos um novo buteco em Campinas. Não, não vamos indicar nenhum petisco, mas o espaço dá água na boca. As artistas plásticas Sandra Lee e Gigi Manfrinato instalaram no Sesc Campinas um ambiente aconchegante. São 30 bonecos que recriam personagens, história e situações que você já deve ter vivenciado nos melhores sujinhos da cidade. Dá até para sentir o cheiro da gordurinha no ar.</p><p><strong><em><font color="#0066cc">Exposição &quot;Botequim&quot;<br />De 9 de junho a 30 de julho no SESC Campinas</font></em></strong></p></description>
<date>10/6/2006</date>
<time>12:10:00</time>
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<title>Certificação será grande novidade no mercado nacional de cachaça</title>
<description><font face="trebuchet ms" size="4"><h4 align="left"><center>deu no Cosmo</center></h4><p><font face="trebuchet ms" size="2">Nos próximos dias 1º a 4 de junho, o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP), órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania estará presente em Belo Horizonte, na 9ª Expocachaça, um dos maiores eventos do setor de bebidas - destaque no calendário nacional do agronegócio.<br /><br />A expectativa para apresentação do Ocipem, que é o Organismo de Certificação de Produtos do Ipem-SP, lançado oficialmente em 24 de abril deste ano, é grande e surge como boa novidade na Feira e Festival Internacional da Cachaça. <br /><br />Em conjunto com o Inmetro, Ipem-MG e Ipem-BA, o trabalho desenvolvido na feira será voltado para a conscientização e importância da certificação da cachaça, como garantia de atendimento aos requisitos de saúde e segurança da sociedade. <br /><br />Os mais de 150 mil visitantes e 300 produtores em todo o Brasil terão a oportunidade de conferir os passos necessários para a certificação voluntária desse produto, que representa o nosso país junto ao setor, além da importância do procedimento na conquista de uma imagem mais sólida e diferenciada da cachaça.<br /><br />Vale lembrar que, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, as exportações nacionais de aguardente vêm crescendo, e atualmente cerca de 140 empresas nacionais possuem perfil de exportador. <br /><br />Entretanto, para exportar, é fundamental oferecer um produto de qualidade, pois o mercado internacional é muito mais exigente. As empresas começaram a investir fortemente nos controles de qualidade e marketing, com a finalidade de sepultar de vez o preconceito que ameaçava a bebida. Com isso, os rótulos e as próprias garrafas ganharam mais sofisticação e detalhes que surtiram efeito na estratégia de internacionalização do produto. <br /><br />A certificação voluntária vem para agregar valores reais ao produto cachaça. É por meio da certificação que a empresa poderá atestar que o produto está em conformidade com as normas técnicas exigidas pela Portaria Inmetro 126 de 24/06/2005. <br /><br />O Ocipem é um Organismo Certificador de Produtos acreditado pelo Inmetro, o que significa que também passou por auditorias do próprio instituto, onde foi verificada a capacidade que a instituição possui para fazer esse trabalho, atendendo a todos os procedimentos e exigências necessárias para garantir às empresas a qualidade no processo de certificação voluntária. <br /><br />O Ocipem é a segunda empresa de iniciativa pública a certificar produtos no Brasil e carrega a credibilidade e segurança que o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo construiu junto aos consumidores e empresas em 39 anos de trabalho no setor de metrologia legal e qualidade industrial.<br /><br />Sobre a certificação<br /><br />É um processo feito em parceria com as empresas e que oferece uma garantia da conformidade do produto com relação a fatores e parâmetros da qualidade previamente definidos, permitindo evidenciá-los aos consumidores e ao mercado.<br /><br />A certificação do produto não é só uma garantia de conformidade sistematicamente verificada e comprovada do produto. É uma demonstração formal ao mercado do compromisso que a organização assume com relação às necessidades e expectativas de seus clientes. É uma garantia de segurança e um enorme fator de diferenciação do produto e da sua qualidade perante o mercado e a concorrência.<br /><br />A certificação é a comprovação imparcial realizada pelo Ipem-SP/Ocipem e que atesta que o produto está conforme as exigências de normas oficiais e especificações técnicas definidas para o mesmo.<br /><br /><strong>Vantagens e benefícios da certificação</strong></font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Demonstra nítida diferenciação frente aos produtos concorrentes </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Oferece ao consumidor uma maior confiança no produto </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Melhora consideravelmente a vantagem competitiva </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Facilita a venda do produto e a introdução em mercados novos </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Fortalece o mercado atual </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Protege o produto da concorrência desleal </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Estabelece um reconhecimento público do produto e das qualidades </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Impõe uma imagem forte da organização em termos de autoconfiança no próprio produto </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Fortalece acordos de vendas para mercados externos </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Providencia uma evidência legal e certificada da qualidade do produto </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2"><strong>Para os consumidores:</strong></font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Permite uma seleção mais qualitativa do produto</font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Auxilia na comparação do produto e na decisão de compra </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Aumenta o nível de confiança no produto e da organização produtora</font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2"><strong>Para o governo e o país:</strong> </font></p><p><font face="trebuchet ms" size="2">Fortalece o mercado interno e a capacitação nacional para exportar <br /></font></p></font></description>
<date>1/6/2006</date>
<time>14:00:00</time>
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<title>do equilibrio</title>
<description><p><font color="#000099">Interessante como todo mundo bateu na Petrobrás quando dos vazamentos na costa brasileira e agora, como se fossemos acionistas exigimos todos que a Bolívia volte atrás com a nacionalização.</font></p><p><font color="#000099">Interessante também como a imprensa é extremamente imparcial:</font> </p><p><strong>Capa do Jornal Folha de São Paulo – Brasil 05/05/06</strong> </p><p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0505200602.htm"><font color="#000066">Reunião mantém indefinições sobre gás </font></a></p><p>A reunião dos presidentes do Brasil, da Argentina, da Venezuela e da Bolívia para discutir as conseqüências da nacionalização do petróleo e do gás bolivianos terminou sem avanços. Eles voltaram a dizer que respeitam a decisão do boliviano Morales, mas não discutiram qual será o preço do gás exportado </p><strong>Capa do Jornal Pagina 12 – Argentina 05/05/06</strong> <p><a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-66508-2006-05-05.html"><font color="#000099">FINAMENTE GASIFICADO</font> </a></p><p>Los cuatro presidentes se mostraron unidos en Puerto Iguazú: Después de una reunión de tres horas a solas, Kirchner, Lula, Morales y Chávez aseguraron que quedaban “borradas las susceptibilidades” desatadas por la nacionalización de los hidrocarburos en Bolivia. Morales garantizó la provisión de gas y se acordaron reuniones bilaterales para fijar los precios </p></description>
<date>6/5/2006</date>
<time>00:52:00</time>
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<title>@#$%*!!!</title>
<description><p /><p align="center"><img hspace="0" src="/uploadfiles/como%20se%20dar%20bem%20na%20vida.jpg" align="baseline" border="0" /></p><p><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=191379&ID=C90C87967D6041D1100060149"><sup>http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=191379&amp;ID=C90C87967D6041D1100060149</sup></a></p></description>
<date>29/4/2006</date>
<time>17:29:00</time>
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<title>Padroeiro do Brasil</title>
<description><p><font color="#ff0000">Em toda a casa tem um quadro de São Jorge</font></p><p><font color="#ff0000">em toda casa onde o Santo é protetor</font></p><p><font color="#ff0000">num barracão, num bangalô de gente nobre</font></p><p><font color="#ff0000">há sempre um quadro desse Santo salvador</font></p><p><font color="#ff0000">quem é devoto é só fazer uma oração</font></p><p><font color="#ff0000">que o guerreiro sempre atende</font></p><p><font color="#ff0000">dando a sua proteção </font></p><img hspace="0" src="/uploadfiles/sao_jorge.jpg" border="0" /> <p><font color="#ff0000">Por isso mesmo não devemos esquecer</font></p><p><font color="#ff0000">a grande data dia 23 de abril</font></p><p><font color="#ff0000">vamos cantar com alegria e prazer</font></p><p><font color="#ff0000">porque São Jorge é o Padroeiro do Brasil</font></p><p><sup><font color="#666666">Ary Monteiro e Irany de Oliveira</font></sup></p></description>
<date>23/4/2006</date>
<time>23:44:00</time>
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<title>Boa notícia</title>
<description><p align="center"><font color="#ff0000"><strong>Pimenta-vermelha contra câncer de próstata</strong></font>  </p><p align="center"><img style="WIDTH: 98px; HEIGHT: 44px" height="44" src="/uploadfiles/pimenta3.jpg" width="98" /><img style="WIDTH: 101px; HEIGHT: 44px" height="44" src="/uploadfiles/pimenta2.jpg" width="101" /><img style="WIDTH: 102px; HEIGHT: 44px" height="44" hspace="0" src="/uploadfiles/pimenta.jpg" width="102" align="baseline" border="0" /></p><p align="justify"><font color="#000099">       Um componente das pimentas-vermelhas chamado capsaicina, além de fazer a língua arder, faz as células de tumores de próstata se suicidarem, de acordo com um estudo publicado na edição de 15 de março da revista Cancer Research. Em experimentos feitos em laboratório pela equipe de Sören Lehmann, do Centro Médico Cedars-Sinai, Estados Unidos, a capsaicina induziu cerca de 80% das células tumorais de próstata de camundongo mantidas em cultura a acionarem os mecanismos bioquímicos que conduzem à morte celular, também chamada de apoptose. Como resultado, tumores tratados com capsaicina tinham cerca de um quinto do tamanho de tumores não tratados. A capsaicina também reduziu tanto a produção de PSA, uma proteína produzida em quantidades elevadas pelos tumores de próstata, quanto o crescimento de tumores cujo crescimento está associado à testosterona, um hormônio sexual masculino. Segundo Lehmann, a dose necessária para surtir o mesmo efeito nos seres humanos equivale à ingestão de três a oito pimentas-vermelhas frescas, três vezes por semana. Os pesquisadores trabalharam com o extrato de uma pimenta mexicana com teor maior de capsaicina, conhecida como habañera.</font> </p><p><sup>Fonte: <a href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/index.php?s=155,49,2949&aq=md">http://www.revistapesquisa.fapesp.br/index.php?s=155,49,2949&amp;aq=md</a></sup> </p></description>
<date>23/4/2006</date>
<time>01:27:00</time>
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<title>Falando não só de futebol...</title>
<description><p align="center"><img height="412" hspace="0" src="/uploadfiles/cartaz-BOLEIROS%202.jpg" width="472" align="baseline" border="0" /></p><p align="center"><strong><u><a href="http://www.spfilmes.com.br/boleiros2-trailer.htm"><font color="#000066">Trailer</font></a></u></strong></p></description>
<date>17/4/2006</date>
<time>13:08:00</time>
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<title>vende-se</title>
<description><p>E tem mais: você sabia que o Brinco de Ouro da Princesa foi colocado à venda? O anúncio foi colocado no site Mercado Livre e tem como nome do vendedor o presidente do Guarani, <span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA">José Luís Lourencetti. </span></p><p>Faça sua oferta aqui: <a href="http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-42247750-estadio-brinco-de-ouro-da-princesa-_JM"><font color="#009933"><strong>VENDE-SE ESTÁDIO</strong></font></a></p></description>
<date>13/4/2006</date>
<time>20:48:00</time>
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<title>DESAFIO (a que ponto chegamos...)</title>
<description><p><em>Campinas, SP, 13 (AFI) - Cansados de tanta vergonha e incompetência de dirigenteS como José Luís Lourencetti, Edinho Torres e companhia, os torcedores do Guarani pretendem realizar um protesto inteligente. <br />Eles querem marcar um jogo contra os jogadores para o Estádio Brinco de Ouro, para mostrar para Bilu e companhia como que se deve jogar com amor a camisa. </em></p><p><strong>Confira na íntegra o desafio feito pelo torcedor Kléber Tomaz:</strong></p><p>&quot;Venho por meio desta, comunicar a todos os veículos de comunicação do Brasil, que nós torcedores bugrinos, indignados com a atual situação do time de Campinas, ao invés de violência ou qualquer outra forma de protesto mais veemente, estamos usando o futebol mais uma vez como meio de nosso protesto, através desta estamos desafiando os jogadores profissionais do Guarani Futebol Clube, para um amistoso de forma a mostrar aos mesmo que pra jogar no Guarani tem que ter RAÇA e vontade.<br />Já montamos e escalamos o time, acreditamos ser melhor que estes vulgos profissionais que hoje humilham as tradições do time campeão de 78, nenhum deste jogadores merece o apoio de nossa torcida.<br />E contamos com a ajuda de vocês comunicadores para nos ajudar a divulgar este desafio. <br />Montamos um time que realmente acreditamos ter possibilidade de ganhar dos profissionais devido suas últimas desastrosas apresentações, e acreditamos ganhar com uma certa facilidade, e não precisamos de nenhuma parceria para jogar alem da única e verdadeira parceria que temos que é a paixão pelo Guarani.<br />Mostraremos que a torcida não está omissa, e que graças a atual e desastrosa administração atingimos o inatingível que é o fundo do poço.<br />O time de Torcedores estará doando 1kg de alimento não perecível a uma instituição de caridade pelo amistoso.<br />Contamos com a ajuda da imprensa , em nome dos bons tempos do time de Campinas. </p><p><strong>Escalação</strong><br />1-OLIVER<br />2- RAFAEL<br />3- MARQUINHOS<br />4- ANDRE<br />6- DIEGO 51<br />5- DUDU<br />8- GUSTAVO<br />7- CAIO<br />10- DIEGO<br />11- DANIEL<br />9- KLEBER BARRETO</p><p><strong>IMPORTANTE</strong>, os torcedores pedem aos jogadores que encontrem algum uniforme para jogarem, pois a camisa do GUARANI será usada como uniforme da TORCIDA BUGRINA que não aceita ver este time vestindo seu MANTO SAGRADO.</p><p>DATA: 18/04/2006<br />HORARIO: 14:00<br />LOCAL: ESTADIO BRINCO DE OURO DA PRINCESA<br />DESAFIO LANÇADO - O NOSSO TIME ESTARÁ NA PORTA DO ESTÁDIO NO DIA E HORA MARCADO.</p><p>Fonte: <a href="http://www.futebolinterior.com.br/"><strong>Futebol do Interior</strong></a></p></description>
<date>13/4/2006</date>
<time>20:39:00</time>
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<title>Aniversariante do dia</title>
<description><p align="center"><font color="#996600">CHITA</font></p><p align="justify"><font color="#006600">   A macaca Chita (que na verdade é macho) faz 74 anos de vida hoje (9 de abril) e será homenageada no Festival Internacional de Comédia de Peñíscola, España. O inseparável companheiro de Johnny Weissmuller nos filmes do Tarzan nos anos 30 e 40 se converteu no chipanzé mais velho do mundo e vive numa espécie de santuário para primatas ilustres em Palm Springs (California, EUA). O diretor do Festival español, Antonio Trahorras, explicou que o premio para “a mítica Chita” se deve ao motivo dela “ser uma das poucas estrelas da época de ouro da celulóide que ainda estão vivas”.<sub>MP</sub></font></p><p align="center"><img style="WIDTH: 317px; HEIGHT: 270px" height="270" hspace="0" src="/uploadfiles/Bala%20-chita.jpg" width="317" align="baseline" border="0" /></p></description>
<date>9/4/2006</date>
<time>12:12:00</time>
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<title>Notícias do antigo Kampodja </title>
<description><p align="center"><img hspace="0" src="/uploadfiles/Camboja.jpg" align="baseline" border="0" /></p><p><font color="#000099">Num reino muito distante, numa região onde hoje é o Cambodja, existia o reinado de Hélio III. Neste reino onde muito era para poucos ocorreu um fato surpreendente... </font></p><p><font color="#000099">Depois de muito conversar finalmente o Conde Lakes II convence seu amado rei a doar, messianicamente, recurso para aplicá-los, em sua totalidade, em produções culturais ou estimular a cultura ou incentivar artistas enfim fazer arte... </font></p><p><font color="#000099">Atitude nobre desse nobre conde que mereceu grande aplauso dos artistas do reino de Kampyños (assim era o nome desse fabuloso reino feudal). Afinal eram artistas maravilhosos, sempre reconhecidos pelas suas mães como os mais virtuosos do mundo. Porém sempre necessitavam recursos e apoio permanente para realizarem suas grandiosas obras para a humanidade. </font></p><p><font color="#000099">O Conde Lakes num jantar comemorativo com muitos artistas anuncia que está tão satisfeito com os acontecimentos que a classe artística merece mais um voto de confiança. Assim sendo: - para fortalecer ainda mais a classe artística deste reino e para deixá-la mais unida eu anuncio que os artistas deste feudo terão total autonomia para administrar esses recursos! Os presentes ficaram eufóricos outros bêbados e alguns choravam de emoção. </font></p><p><font color="#000099">No dia seguinte iniciava-se uma grande movimentação entre artistas, artesãos e outros mais... Aconteceu que como de súbito um egoísmo individualesco extremamente virulento nasceu e tomou conta de todos e assim tudo que queriam eram os recursos. Tinham os recursos como fim e assim foi que a partir desse dia começou um processo de desertificação cultural no reino de Kampyños. </font></p><p><font color="#000099">Mas graças à Deus, isso aconteceu há muito tempo e em terras longínquas.</font></p><p align="center"><img style="WIDTH: 137px; HEIGHT: 98px" height="98" hspace="0" src="/uploadfiles/mina_camboja_int.jpg" width="137" align="baseline" border="0" /></p><p><i><sup><font color="#000099">Fonte: Arquivo Nacional do Cambodja , Tomo XIX , vol. 07 in O declínio do Império Khmer, Angkor.</font> </sup></i></p></description>
<date>3/4/2006</date>
<time>11:53:00</time>
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<title>Estagiário do Cumbuca</title>
<description><p><img hspace="0" src="/uploadfiles/zé.jpg" align="baseline" border="0" /></p></description>
<date>1/4/2006</date>
<time>16:51:00</time>
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<title>Uma história bacana</title>
<description><p>Essa é daquelas histórias legais que a gente gosta de ver acontecer de vez em quando. Jason McElwain é um garoto que tem autismo. O autismo é uma desordem na qual a criança e o adolescente não conseguem desenvolver relações sociais normais e mantém comportamento isolado e compulsivo. Mas, mesmo sendo autista, Jason tinha amigos e era mascote do time de basquete do colégio – esporte pelo qual era apaixonado. </p><p>Eu vibrei com a história porque gosto muito de basquete, acho que poucos esportes – depois do futebol, é claro – podem ser tão emocionante e imprevisível quanto o basquete. Dois minutos de jogo podem ser uma eternidade. Em 30 segundos tudo pode acontecer. Foi mais ou menos isso o que aconteceu com o time do Jason: devido a sua pouca altura e seu problema ele nunca havia participado do time da escola. Mas, como estava sempre presente, dando uma força mesmo, o técnico resolveu deixá-lo no banco de reservas no último jogo da temporada. </p><p>Como Jason é bastante popular na escola, várias pessoas foram ver a partida usando máscaras de papel do rosto dele – é, aí começam as babaquices dos norte-americanos, mas deixemos este detalhe de lado. Faltando 4 minutos para acabar o jogo, com o placar favorável, a torcida começou a gritar o nome de Jason. E o técnico resolveu arriscar. McElwain entrou na quadra. E é aí que vem o grande momento da história. </p><p><strong>Em 4 minutos ele fez 20 pontos.</strong> </p><p>Jason arremessou 7 vezes ao cesto e acertou todas, sendo que 6 bolas foram da linha de três pontos. Seu time venceu com larga vantagem e ele saiu da quadra carregado pela torcida. Virou herói na cidade onde mora. As limitações do autismo voltaram a ser repensadas e debatidas nos Estados Unidos. E, como não poderia deixar de ser, alguns diretores de cinema já o procuraram para filmar sua história. Até George Bush, em plena campanha, se aproveitou da popularidade do rapaz para se encontrar com ele e sair na capa de todos os jornais do país. Vale a pena ver o vídeo <a href="http://www.collegehumor.com/movies/1667265/"><strong><font color="#3300ff">clicando aqui</font></strong></a>. Quem gosta de basquete vai vibrar. </p></description>
<date>21/3/2006</date>
<time>09:00:00</time>
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<title>Ele o póprio...</title>
<description><p align="center"><img hspace="0" src="/uploadfiles/Michael.JPEG" align="baseline" border="0" /></p></description>
<date>20/3/2006</date>
<time>12:29:00</time>
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<title>Que cor era o cavalo Branco de Napoleão?</title>
<description><p><font color="#336600">A foto vem depois...</font></p><p><img style="WIDTH: 249px; HEIGHT: 574px" height="574" hspace="0" src="/uploadfiles/michael%20texto-ok.JPEG" width="249" align="baseline" border="0" /></p></description>
<date>14/3/2006</date>
<time>11:48:00</time>
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<title>O Fim Está Próximo?</title>
<description><p>Vindas das mais variadas fontes, as notícias sobre o futuro da humanidade não são nada boas. Não há mais volta: mesmo que mudemos radicalmente nossa forma de relação com o planeta a partir de hoje, o prejuízo causado por nossas ações predatórias já atingiu um nível tamanho que o derretimento das geleiras deve provocar o desaparecimento de todas as cidades ao nível do mar no máximo até o final deste século. Essa triste previsão está num artigo publicado há pouco mais de um mês pelo cientista britânico James Lovelock, autor da famosa Teoria de Gaia (segundo a qual a Terra assemelha-se a um organismo vivo, com mecanismos para auto-regular suas funções). <br /><br />Ainda segundo Lovelock, a elevação da temperatura em até 8ºC nas regiões temperadas e 5ºC nos trópicos vai provocar também, antes de 2100, impactos desastrosos no equilíbrio ecológico, como a extinção maciça de espécies vegetais e animais e o desaparecimento de vastas áreas selvagens como a Floresta Amazônica, decretando o fim da maior parte da vida na Terra, com a morte de milhões, talvez bilhões de pessoas. Na opinião do cientista, governos sérios e responsáveis deveriam começar a desenvolver cartilhas com orientações aos sobreviventes sobre como lidar com as difíceis condições de vida neste futuro sombrio.<br /><br />A reação do mundo a um alerta como esse, vindo de um dos mais reconhecidos cientistas do nosso tempo, deveria ser de comoção popular. Deveríamos parar tudo e começar a centrar nossos esforços em formas de ao menos minimizar os tenebrosos efeitos anunciados. Mas nada disso aconteceu e tudo segue normalmente como se essa fosse apenas mais uma notícia trivial e corriqueira. Um jornal publica o artigo, outro dá uma nota curta e seca e assim vamos tocando nossas vidas normalmente. <br /><br />Essa atitude seria compreensível se a visão de Lovelock fosse apenas uma no meio de outras conflitantes. Poderíamos confortavelmente acusá-lo de louco, exagerado, catastrófico. Mas não é o caso. Já não são levadas a sério as cada vez mais raras correntes científicas que colocam em dúvida o fato de que a Terra sofre um processo de aquecimento acelerado, dificilmente reversível. <br /><br />Segundo o Instituto Goddard de Estudos Espaciais, da Nasa, 2005 foi o ano mais quente desde o início dos registros climáticos modernos, em 1890. E, pior, de acordo com o instituto, todos os cinco anos mais quentes durante este período ocorreram na última década, mostrando clara tendência de aquecimento global. Um representante do órgão declarou à imprensa que, usando medições indiretas que vão a um passado ainda mais remoto, o ano passado foi provavelmente o mais quente dos últimos milhares de anos. Mais uma notícia que lemos e viramos a página, sem dar muita atenção. <br /><br />Mais: um aumento de 3ºC na temperatura média da Groelândia duplicou a quantidade de água que suas geleiras vêm derramando no Oceano Atlântico, segundo recentes pesquisas do Laboratório de Propulsão a Jato e do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Há registros de diminuição das geleiras no Himalaia, nos Andes, no Monte Kilimanjaro, e a única estação de esqui da Bolívia, Chacaltaya, fechou porque sua neve está acabando. <br /><br />Acha pouco? A lista é longa, o espaço de um artigo é limitado. O diretor da Pesquisa Antártica do Reino Unido, Chris Rapley, disse, em janeiro passado, durante reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência, que algumas partes da camada de gelo da Antártida começaram a derreter em um ritmo assustadoramente intenso e anormal. Rapley afirmou que, há apenas cinco anos, a Antártida era considerada como um gigante adormecido em termos de mudança climática. &quot;O gigante despertou e é melhor que se preste atenção nele&quot;, disse o cientista. Ninguém parece muito preocupado. A humanidade finge não ver o que está acontecendo.<br /><br />Enquanto isso, James Hansen, o principal especialista em mudança climática da Nasa, denuncia uma tentativa do governo dos EUA de silenciá-lo. A campanha começou depois de um discurso proferido em dezembro passado, quando Hansen pediu a rápida redução na emissão dos gases estufa, relacionados ao aquecimento global. Segundo ele, diretores da Nasa deram ordem aos responsáveis pelas relações públicas do órgão para revisar os textos de suas futuras conferências, suas publicações no sítio do instituto na Internet e para controlar os pedidos de entrevistas de jornalistas. <br /><br />Há caminhos que podem ser trilhados se a humanidade realmente abrir os olhos para a questão. Uma série de ações voltadas ao fomento de fontes de energia renováveis, em um livro elaborado por 250 analistas internacionais, foi apresentada recentemente pelo diretor-executivo da Agência Internacional da Energia, Claude Mandil. Aparecem, entre elas, as energias produzidas pelo vento, o sol, as fontes geotérmicas e os oceanos. Ótimo, não? Não, se o raciocínio que só encontra sentido na produção otimizada e no lucro continuar reinando absoluto. Segundo o próprio Mandil, o grande problema de suas propostas é o custo econômico alto para trazê-las para a prática, o que, segundo diz, inviabiliza suas iniciativas e faz os governos se mostrarem reticentes a elas. <br /><br />Por que é que a gente é assim? Por que fechamos os olhos para estes alertas, apesar de estar claro que é apenas uma questão de tempo para as conseqüências nefastas de essas previsões começarem a afetar brutalmente nossas vidas e, principalmente, as vidas de nossos filhos e netos? Acho que a nossa espécie, apesar da capacidade relativamente bem desenvolvida de prever o futuro, é menos competente na hora de mudar suas atitudes, mesmo quando colocada contra a parede. Enquanto não superarmos esta limitação, não haverá espaço para a esperança. <font face="Verdana, Arial, Helvetica" size="1"><br /></font></p></description>
<date>14/3/2006</date>
<time>08:12:00</time>
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<title>Carlitos </title>
<description><p>Pode falar o que for, mas os argentinos mandaram bem <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-5159121404525254960&q=tevez"><strong>nesse vídeo</strong></a>. </p><p>Aê, Lucas, essa é procê. </p></description>
<date>5/3/2006</date>
<time>10:16:00</time>
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<title>Aqui não é desenho não...</title>
<description><p align="center"><font color="#ff0000"><strong>O BOBESPONJA BRASILEIRO</strong></font></p><p align="center"><font color="#ff0000"><strong><img style="WIDTH: 382px; HEIGHT: 289px" height="289" hspace="0" src="/uploadfiles/bobesponja.jpg" width="382" align="baseline" border="0" /></strong></font></p></description>
<date>23/2/2006</date>
<time>11:28:00</time>
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<title>Queria ver um Show grátis neste sábado...</title>
<description><p align="justify"><font class="noticia" color="#006600">São Paulo - Querendo ou não, Chico Buarque é sempre o centro das atenções nos shows fechados que a Estação Primeira de Mangueira realiza anualmente, para arrecadar fundos para seu carnaval. Na noite de terça-feira, o espetáculo foi mais uma vez em São Paulo, no Tom Brasil Nações Unidas. Reservado, há anos o compositor não lança CD, nem faz show. Suas aparições são cada vez mais raras. E ele, que normalmente não é dado a entrevistas, em época de projeto novo, então, se torna mais avesso ainda. Mas mesmo em fase de gravação do novo CD, Chico concedeu uma rápida entrevista à Agência Estado, momentos antes de subir ao palco como um dos convidados da Mangueira. Evitou falar de política e antecipou alguma coisa sobre o novo trabalho que deve ser lançado em abril.</font></p><p align="center"><font class="noticia" color="#006600"><img style="WIDTH: 340px; HEIGHT: 330px" height="330" hspace="0" src="/uploadfiles/Chico%20Buarque.jpg" width="340" align="baseline" border="0" /></font></p><p align="justify"><font color="#006600"><b>Há nove anos, você participa fielmente dos shows da Mangueira...</b> </font></p><p align="justify"><font color="#006600">Nesses anos todos, participei mesmo quando não estive em atividade musical - aliás, na maioria desses anos todos (risos). Não é trabalhoso: é o mesmo pessoal, a mesma platéia, as mesmas músicas, é só relembrá-las. </font></p><p align="justify"><font color="#006600"><b>Você falou que durante anos não esteve em atividade musical mas agora está se dedicando a um novo CD (ainda sem título). Em que estágio a gravação está?</b> </font></p><p align="justify"><font color="#006600">Estou em estúdio e vou terminar agora, depois do carnaval. O repertório tem parcerias com Ivan Lins, Jorge Elder, Edu Lobo e Carlinhos Vergueiro. São 11 faixas. A idéia é lançar em abril. </font></p><p align="justify"><font color="#006600"><b>Na seqüência, inicia turnê?</b> </font></p><p align="justify"><font color="#006600">Acho que não, porque em maio tenho compromisso na Alemanha, com lançamento do livro ainda. Depois em junho, tem Copa do Mundo. </font></p><p align="justify"><font color="#006600"><b>Você planeja voltar para a Alemanha na Copa?</b> </font></p><p align="justify"><font color="#006600">Não programei ainda. Mas não vou fazer nada durante a Copa. Depois, é possível fazer shows. Mas não estou muito programado. A única coisa certa agora é que vou terminar o disco que comecei a gravar em setembro. Está na hora de terminar. Acabei de fazer as músicas, estava dependendo disso. </font></p><p align="justify"><font color="#006600"><b>Recentemente, você fez um trabalho com o Zezé di Camargo e Luciano, não foi?</b> </font></p><p align="justify"><font color="#006600">Foi uma gravação... </font></p><p align="justify"><font color="#006600"><b>Por que você aceitou participar desse trabalho?</b> </font></p><p align="justify"><font color="#006600">Por que não? Estou concentrado no disco, mas isso não me impede de gravar com outras pessoas. Eles escolheram uma música que não é minha, mas a versão é minha de <i>Gesùbambino</i> (´Minha História´). Ficou bem apropriada para o tipo de coisa que eles fazem. E entrei no jogo deles. </font></p><p align="justify"><font color="#006600"><b>Você assistiu ao filme deles, &quot;2 Filhos de Francisco&quot;?</b> </font></p><p align="justify"><font color="#006600">Agora é que vou assistir, eles me mandaram o DVD. </font></p><p align="justify"><font color="#006600"><b>Você acompanhou essa polêmica envolvendo Ferreira Gullar, Ministério da Cultura e a carta aberta de Caetano?</b> </font></p><p align="justify"><font color="#006600">Eu estava viajando, cheguei agora. Não acompanhei essa polêmica. Interrompi a gravação do disco para registrar a última participação para o programa (Chico se refere à série de TV <i>Chico Buarque</i>, cujo último episódio está sendo exibido pela DirecTV). O Roberto (de Oliveira, o diretor) grava adendos para os episódios que já foram feitos. Agora mesmo fui fazer acréscimo para programas que já estavam prontos. Estive em Budapeste, em Barcelona... </font></p><p align="justify"><font color="#006600"><b>Qual sua opinião sobre a crise do governo Lula?</b> </font></p><p align="justify"><font color="#006600">Quer que eu dê uma opinião agora? Não vou dar não. Não é o momento.</font></p><p align="justify"><sup><font color="#666666">Estadão</font></sup></p></description>
<date>16/2/2006</date>
<time>20:13:00</time>
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<title>Quem manda hein nego?</title>
<description><p align="center"><strong><font color="#ff0000">Imperialismo nu e cru</font></strong></p><p align="justify"><font color="#003300"><strong>O chanceler brasileiro</strong> Celso Amorim confirmou o veto de Washington, á assinatura de um contrato, de US$ 500 da Embraer com a Venezuela, anunciado já há um ano anunciado para a venda de pelo menos 36 Super Tucanos, sob alegação que a empresa usa tecnologia esdadunidense. Um contrato semelhante (para 25 aviões) foi assinado com a Colômbia, em dezembro.</font></p><p align="justify"><font color="#003300">Não existe nenhum tipo de sanção internacional á Venezuela e aviões brasileiros, destinados a patrulha de fronteiras e a combate ao narcotráfico, não representam ameaça aos Estados Unidos.Ou mesmo defesa eficaz contra uma eventual tentativa de Washington de intervir em Caracas.</font></p><p align="center"><img style="WIDTH: 244px; HEIGHT: 124px" height="124" hspace="0" src="/uploadfiles/super%20tucano.jpg" width="244" align="baseline" border="0" /></p><p align="justify"><font color="#003300"><strong>Trata-se de uma imposição</strong> arbitrária do Império, motivada seja por rancor contra um governo insubmisso, seja por determinação mais geral de prevenir o crescimento de novos circuitos de comércio internacional e desenvolvimento tecnológico em condições de quebrar seus monopólios e concorrer com sua própria industria.</font></p><p align="justify"><font color="#003300">Os EUA também vetam, com “argumentos” semelhantes, a venda á Venezuela de aviões e navios de patrulha pela Espanha e de tecnologia israelense para a modernização de aviões F-16. Sharon, muito dependente da ajuda militar e financeira de Washington, acatou o édito imperial. O governo Zapatero o ignorou.</font></p><p align="justify"><font color="#003300"><strong>A Embraer não</strong> comenta o assunto. Como empresa privatizada, receia perder o mercado estadunidense, no qual não só vende aviões civis para empresas aéreas regionais como também sonha vencer uma concorrência com a Boeing para fornecer aviões-radar para o Exército.</font></p><p align="justify"><font color="#003300">Para Caracas, não é grande problema.</font></p><p align="justify"><font color="#003300">Hugo Chaves poderá comprar aviões equivalentes na Rússia ou na China. É apenas um prejuízo para o comércio e a reputação do Brasil e um desmentido irrespondível aos que insistem em que o capital não tem pátria e que a propriedade das empresas e a origem de sua tecnologia não afetam os interesses e a soberania do País.</font></p><p align="justify"><sup><font color="#000000">Revista Carta Capital</font></sup></p></description>
<date>1/2/2006</date>
<time>15:32:00</time>
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<title>museu de grandes novidades</title>
<description><p>Os EUA estão prontinhos para atacar o Irã alegando que o país muçulmano quer desenvolver armas nucleares - balela, os americanos estão de olho mesmo é nas imensas reservas de gás e petróleo da antiga Pérsia.<br /><br />Quer apostar como, tempos depois desse novo conflito - que será infinitamente mais duro e sangrento do que os do Afeganistão e Iraque -, os jornais admitirão, sem qualquer sinal de arrependimento, que o Irã NÃO tinha qualquer projeto nuclear que não fosse o de gerar energia...?<br /><br />E quem é o maior avalista dessa nova aventura bélica? A imprensa, claro! Agindo como claque, estão novamente embutidos na missão. Com argumentos tão 'sólidos' quanto os da invasão do Iraque - que tinha poderosos arsenais de armas de destruição em massa, lembra?<br /><br />Veja, por exemplo, o que escreveu Gerard Baker, editorialista do <em>The Times</em> inglês:<br /><br /><em>...a preparação para a guerra, uma disposição pessoal de todas as nossas partes para suportar o terrível fardo que ela certamente vai impor, pode ser a nossa última chance real de garantir que podemos evitar uma guerra.</em></p><p>A matéria saiu na <em>BBC Brasil</em> e foi reproduzida na <em>Agência Estado</em>, ver <a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2006/jan/27/46.htm"><strong><font color="#968a0a">aqui</font></strong></a>. <br /><br />Não é brilhante?</p><p /><p>Obrigado, <a href="http://www.oescriba.blogspot.com/">Jorge</a>!</p></description>
<date>29/1/2006</date>
<time>15:45:00</time>
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<title>Aeee vamo para de sacanagem no computador!!!</title>
<description><p align="center"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: #385a89; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><strong><font color="#000066">Vírus Kamasutra já infectou 500 mil computadores</font></strong></span></p><p align="justify"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: #385a89; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><strong><em><font color="#006600">San Francisco, EUA - Um vírus conhecido como Kamasutra, programado para atacar no dia 3 de fevereiro, que atrai o internauta assegurando que tem conteúdo pornográfico, já infectou mais de meio milhão de computadores, informaram especialistas em informática.</font></em></strong></span></span></p><p align="center"><img style="WIDTH: 252px; HEIGHT: 164px" height="164" hspace="0" src="/uploadfiles/Computer_Virus_Protection.jpg" width="252" align="baseline" border="0" /></p><p align="justify"><b><i><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><font color="#006600">A empresa IronPort calcula que, devido ao seu grande alcance, o Kamasutra poderá apagar os arquivos de Word, Excel, PowerPoint e o PDF dos computadores infectados, causando muitas dores de cabeça aos usuários quando for ativado, na próxima sexta-feira. </font></span></i></b></p><p /><p align="justify"><b><i><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><font color="#006600">O vírus, cujo nome técnico é W32/Nyxem-E, chega num e-mail com assuntos sugestivos, como &quot;Miss Líbano 2006&quot;, e um texto que promete referências ao Kamasutra, o antigo livro indiano de posições sexuais.</font></span></i></b></p><p align="center"><b><i><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><img style="WIDTH: 376px; HEIGHT: 144px" height="144" hspace="0" src="/uploadfiles/kamasutra.jpg" width="376" align="baseline" border="0" /></span></i></b></p><b><i><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><font color="#006600"><p align="justify"><b><i><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><font color="#006600">A IronPort destacou que é pouco provável que o ataque afete um grande número de empresas, pois elas, de modo geral, possuem mecanismos de proteção. No entanto, as companhias também podem ser afetadas devido a um aumento do tráfego na rede. </font></span></i></b></p><p align="justify" /><p align="justify"><b><i><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><font color="#006600">&quot;Este verme se alimenta da curiosidade das pessoas por mensagens de conteúdo sexual em seus computadores&quot;, disse Graham Cluley, da Sophos. O &quot;verme&quot; reproduz a si próprio e se reenvia pela agenda de endereços do usuário.</font> </span></i></b></p><p align="justify"><b><i><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"></span></i></b></p></font></span></i></b><b><i><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><sub>EFE/AE</sub></span></i></b> </description>
<date>28/1/2006</date>
<time>21:51:00</time>
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<title>Lançamento com samba</title>
<description><p><img hspace="0" src="/uploadfiles/a.jpg" align="baseline" border="0" /></p><p>Convido a todos os ébrios leitores para o lançamento do meu livro A Suprema Elegância do Samba, a acontecer na livraria Fnac, do Shopping D. Pedro, na próxima sexta-feira (amanhã), a partir das 19h30. Depois do bate-papo haverá pocket-show com o sambista carioca <a href="http://www.osvaldopereira.com.br"><strong>Osvaldo Pereira</strong></a>, vencedor do Prêmio Sharp de 1999. </p><p>E para quem quiser antecipar o samba, hoje, também na Fnac, às 19h, tem show do meu amigo Moacyr Luz, que vai mostrar os sambas de seu disco mais recente, <em>Voz e Violão</em>, e uma amostra do irreverente <em>Samba do Trabalhador</em>. Ele também deve trazer na mala o livro <em>Manual de Sobrevivência para os Butiquins mais Vagabundos</em>. Nos vemos lá também. </p></description>
<date>26/1/2006</date>
<time>08:19:00</time>
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<title>Aí negadinha nunca foi fácil fazer coisa boa...</title>
<description><p align="center"><font color="#333300"><strong>Matou a liberdade e foi ao cinema</strong></font></p><p align="center"><img style="WIDTH: 287px; HEIGHT: 336px" height="336" hspace="0" src="/uploadfiles/macunaima-poster01.jpg" width="287" align="baseline" border="0" /></p><p align="center"><table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0"><tbody><tr><td class="articleTitle"><font color="#ff0000"></font></td></tr><tr><td height="7"><p align="center"><font color="#ff0000"></font></p></td></tr><tr><td class="articleEye"><p align="center"><font color="#ff0000">Site revela documentos de como a ditadura censurou cineastas brasileiros</font></p></td></tr></tbody></table><table cellspacing="0" cellpadding="3" width="443" align="center" border="0"><tbody><tr><td width="443" colspan="2"><div class="articleText" align="justify"><br /><font color="#000066">O que os olhos não vêem o coração não sente. Foi com esse espírito que o regime militar atuou sobre a cultura brasileira, mutilando e proibindo livros, filmes, peças e músicas, no longo período que vai de 1964 até 1988, quando, enfim, a nova Constituição aboliu de vez a censura no país. “Nosso esforço criador é imenso, mas a eficiência incrível, maravilhosa, racional que a censura faz para destruir tudo é maior ainda. <br /><br />Do serviço público, ela é uma das raras coisas que funcionam neste país”, avisou o dramaturgo Zé Celso em 1968. A posteridade preferiu lembrar-se apenas do lado anedótico dos vetos de censores brucutus e analfabetos. “Esse é um erro grave. A censura afetou a formação de gerações inteiras e foi fundamental na manutenção do regime ditatorial, que não teria durado tanto sem ela. <br /><br />Para os militares, era uma estratégia fundamental destruir a identidade cultural do Brasil e substituí-la pela deles. E o lócus preferido dessa ação foi o cinema”, explica Leonor Souza Pinto, autora da tese de doutorado “Memória da ação da censura sobre o cinema brasileiro”, defendida na Universidade de Toulouse, e coordenadora do recém-lançado <i>site</i> homônimo ( </font><a href="http://www.memoriacinebr.com.br/" target="_blank"><font color="#0066ff">www.memoriacinebr.com.br</font></a><font color="#000066"> ), que dá acesso gratuito e irrestrito aos processos de censura, incluindo pareceres dos censores, em edição facsimilar. </font></div><p><sub><font color="#000066">Na integra: <a href="http://revistapesquisa.fapesp.br:2222/?lang=pt">http://revistapesquisa.fapesp.br:2222/?lang=pt</a></font></sub><sub><br /></sub></p></td></tr></tbody></table></p></description>
<date>18/1/2006</date>
<time>12:14:00</time>
<link><![CDATA[ http://www.8pixel.net/simpleblog/?view=pLink&id=351 ]]></link>
<id>351</id></item>
<item>
<title>gracias, chile!</title>
<description><p><strong><font color="#333399">BEM-VINDA AO CLUBE, MICHELLE BACHELET !!!</font></strong></p><p><img hspace="0" src="/uploadfiles/BACHELET.JPG" align="baseline" border="0" /></p></description>
<date>16/1/2006</date>
<time>08:53:00</time>
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<item>
<title>Pingo nos iis</title>
<description><p>Tirado do blog do jornalista <a href="http://www.oescriba.blogspot.com"><strong>Jorge Cordeiro</strong></a>. </p><p>A Polícia Federal recebeu nos primeiros dias deste ano um dossiê de 5 páginas com a relação dos deputados, senadores, governadores e um candidato a presidente da República que receberam quase R$ 40 milhões nas eleições de 2002. O dinheiro veio de Furnas, uma das maiores estatais do país, e não foi contabilizado. Caixa 2, isso mesmo. <br /><br />O barato é que entre os beneficiários, tem muita figurinha carimbada das CPIs que estão em funcionamento em Brasília. Daqueles que gritam e soltam perdigotos nos questionamentos que fazem a acusados e testemunhas convocadas pelas comissões, acusam a torto e direito, dão declarações indignadas a jornalistas, pedem ética na política. <br /><br />Além da lista dos 156 políticos que receberam a bolada, há também uma lista imensa de doares. Tem construtoras, bancos, seguradoras, estatais... é uma beleza!<br /><br />A PF recebeu uma cópia dos documentos, que estão em papel timbrado da empresa, assinados por um diretor que caiu depois que Roberto Jefferson botou a boca no trombone - com firma reconhecida e tudo - e, na versão que eu baixei numa página na internet, traz até o resultado positivo de uma perícia feita pelo professor Ricardo Molina, da Unicamp. Os documentos aparentemente são verdadeiros. A própria PF já disse que os documentos são 'consistentes'. Busca-se agora os originais do que pode ser a confirmação do que todo mundo já sabe: caixa 2, no Brasil, não é privilégio do PT. Muito pelo contrário.<br /><br />Tá curioso pra saber quem figura entre os que receberam a dinheirama? Confira em <a href="http://www.pontoflash.com.br/furn@s/"><span style="FONT-WEIGHT: bold"><font color="#968a0a">http://www.pontoflash.com.br/furn@s/</font></span></a><br /><br />Só uma curiosidade. Não há, nessa lista, um só nome do PT. Claro, em 2002, quem dava as cartas era o PSDB e o PFL...<br /><br />O caso foi noticiado muito discretamente pela imprensa, nenhum político que figura no dossiê teve seu nome divulgado. Para evitar injustiças, claro. Veja <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u75032.shtml"><span style="FONT-WEIGHT: bold"><font color="#968a0a">aqui</font></span></a>, por exemplo... O primeiro a dar a notícia foi o Ilimar Franco na coluna Panorama Político, do jornal O Globo, no dia 7 de janeiro. Saiu matéria em seguida na Folha e... nada. Ficou por isso mesmo.<br /><br />Mas taí o link pra quem quiser ver. E divulgar.</p></description>
<date>15/1/2006</date>
<time>11:23:00</time>
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<item>
<title>É uma maravilha!!!</title>
<description><p align="center"><font color="#006633"><strong>Instituto Ágora abre votação para o projeto </strong><strong>mais absurdo de vereadores </strong></font></p><p align="center"><font color="#006633">ONG de São Paulo criou o <strong>Troféu Joinha </strong>que será entregue ao autor do projeto de lei que causa mais repulsa aos eleitores da cidade. </font></p><p align="center"><font color="#006633">O Instituto Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia abriu em janeiro a votação para escolher o mais absurdo projeto de lei de 2005 da Câmara dos Vereadores de São Paulo. </font></p><p align="center"><font color="#006633">A votação está sendo feita pela Internet no endereço <strong><a title="http://www.eleitor.org.br/" href="http://www.eleitor.org.br/">www.eleitor.org.br</a> </strong>. Ao todo, 15 candidatos concorrem à premiação, criada em maio de 2005 pela ONG. </font></p><p align="center"><font color="#006633">Entre os concorrentes, há o projeto que cria o <i>Dia do Pico do Jaraguá </i>, outro que <i>concede título de cidadão paulistano ao Papa Bento XVI </i>, além da proposta que <i>cancela multas de candidatos por propaganda eleitoral irregular </i>. </font></p><p align="center"><font color="#006633">Qualquer pessoa pode participar da votação. O sistema, porém, só aceita um voto por computador. </font></p><p align="center"><font color="#006633">O projeto de lei vencedor será conhecido em março e o autor, vereador ou vereadora, será convidado a receber o Troféu Joinha em cerimônia pública.</font></p><p align="center"><img hspace="0" src="/uploadfiles/joinha_logo1.gif" align="baseline" border="0" /></p><p align="center"><font color="#006633"><strong>Balanço Legislativo </strong>- No mesmo dia da premiação, o Ágora divulgará a nova página da ONG na Internet e lançará o <i>Balanço Legislativo Municipal 2005 – Câmara de São Paulo </i>. </font></p><p align="center"><font color="#006633">A publicação traz dados sobre a produção dos parlamentares como a apresentação de novos projetos de lei e a classificação das propostas em áreas de políticas públicas. Essas informações servem, mensalmente, para a edição do Boletim <strong><i><a title="http://www.agoranet.org.br/39/e-leitor.htm" href="http://www.agoranet.org.br/39/e-leitor.htm">E-LEITOR CIDADÃO</a> </i></strong>, produzido pelo Ágora desde maio de 2002.</font></p></description>
<date>11/1/2006</date>
<time>14:20:00</time>
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<description><p><strong><font color="#0066cc">Toda nudez será castigada</font></strong></p><p><img hspace="0" src="/uploadfiles/cerveja.jpg" align="baseline" border="0" /></p><p>Era só o que faltava. Caso o prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos, sancione a lei proposta pelo vereador Carlão Chiminazzo, ficará proibida, na cidade, a exposição de anúncios publicitários que tragam imagens de mulheres nuas, seminuas ou que – pasmém – insinuem a nudez! O projeto de lei soa como um afago do bloco PDT/PFL àquela parcela conservadora da população ligada aos valores de tradição, família e propriedade – aquela gente que sempre faz a diferença na hora de renovar o emprego de tipos como Chiminazzo. </p><p>Segundo o <strong><a href="http://www.carlaochiminazzo.com.br/pr_out.htm"><font color="#0000cc">site do vereador</font></a></strong>, o objetivo da medida é “melhorar a qualidade das mensagens visuais dos outdoors espalhados pelas ruas de nossa cidade”. Ele poderia começar dando o exemplo: na próxima eleição, o nobre vereador publicitário poderia abrir mão de estampar seu rosto em cartazes e santinhos, que tanto emporcalham as ruas em tempos de pleito. </p><p>O site diz ainda que “Carlão tem se preocupado com o nível das informações que chegam aos cidadãos e em especial aos jovens, que podem ser mais facilmente influenciados por mensagens subliminares”. O mais engraçado nisso tudo é que, ao que tudo indica, a preocupação não é com a dignidade da mulher, a principal vítima do marketing moderno, mas com o consumo de bebida alcoólica. </p><p>O texto deixa claro: “Carlão , que tem formação familiar baseada nos fundamentos da Igreja Católica, tem certeza de que, com essa legislação, estará contribuindo para a melhoria da qualidade e do nível das informações que são espalhadas pela cidade”. </p><p>A coisa começa a ficar complicada quando se fala em <strong>qualidade</strong> e <strong>nível</strong>. É possível fazer um anúncio publicitário de nível e qualidade usando modelos nus? Para alguns publicitários, o erotismo pode vir aliado à fotografia artística para vender produtos. Pode-se condenar a lógica capitalista do processo, mas não a qualidade dos trabalhos, como atesta o site do <a href="http://www.marcosabino.com/modatarada.htm"><strong>Marco Sabino</strong></a>, que é um cara entendido nessa área de moda, propaganda etc.  </p><p><img hspace="0" src="/uploadfiles/chiminazzo.jpg" align="baseline" border="0" /></p><p><em>Na foto: Carlão Chiminazzo (PDT), autor do projeto de lei &quot;Toda nudez será castigada&quot;. </em></p><p>E