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Mais de 200 convidados e 340 litros de chope da Cervejaria Universitária embalaram a festa de lançamento do Cumbuca, acontecida na Casa São Jorge, no último 19 de outubro. Uma feijoada musical reuniu os melhores músicos campineiros, que armaram uma senhora roda de samba.

Na cozinha, Adriano Dias e seu irmão Alessandro (ambos do Quarteto de Cordas Vocais), Alfredo Castro (Cupinzeiro), a divina dama do samba Aureluce, Charbel da Cuíca, Chiquinho do Pandeiro e Elder (Bons Tempos), Tiago, Celso e Johny (Grupo Zabalê), Fernando Siqueira, Jorge Matheus e outros nomes que a bebedeira apagou de nossa memória. No repertório, Zeca Pagodinho, Paulinho da Viola, Candeia, Wilson Moreira e Nei Lopes, Noel Rosa, Baden Powell, Chico Buarque de Hollanda, João Bosco e Aldir Blanc. Só a nata.

O evento contou ainda com a participação de ilustres, como o ex-jogador de basquete da Seleção Brasileira e ex-ator do cinema nacional Emil Rached. Logo ao chegar, o vilão que atormentava Didi Mocó, foi logo advertindo a equipe do Cumbuca , do alto de seus 2.24m: “Não bebam muito, para não ficarem alto antes da hora”.

Somos muito baixos e não ouvimos o conselho.

Esteve por lá também o nosso colunista político AFS–O Politizador, com seu indefectível megafone. Todos se surpreenderam quando o elemento se pôs a cantar Não Deixe o Samba Morrer ao lado da nossa diva Aureluce, relembrando os grandes duetos do passado – tipo Ângela Maria e Cauby Peixoto.

Zé do Gato, o único boêmio de Campinas com o dom da ubiqüidade, esteve por lá também – embora testemunhas tenham jurado, de pés juntos, que naquela mesma hora da noite ele bebia no City Bar.

Bebemos ainda com PH e Alexandre (do site A Patada), Carlos Eduardo Moura (da revista Semana 3), Maurício Bueno Filho (do Jornal Torpedo), do cartunista Luiz Carlos Heringer e de fãs fervorosos como o onipresente Carlinhos (criador da comunidade do Cumbuca no Orkut).

Temos de registrar também as presenças do cronista, músico, poeta e compositor Zeza Amaral, do digníssimo Antônio Carlos Magalhães (o ACM do cachorro-quente), dos fotógrafos do Correio Popular Adriano Rosa, Carlos Bassan, Sérgio Carvalho e Mario Lúcio Sapucahy, do genial escritor e jornalista Mouzar Benedito, ex-Pasquim (o primeiro a chegar para a festa) e dos donos dos nossos botecos favoritos: Giulio Spina (Bar do Cação), André Lucca (Gioconda), Maurício Assis (Nosso Bar), Wendell Alves da Silva (Empório São Joaquim), Paulo Henrique Oliveira (Tonicos Boteco), Marcelo Pita (Mercearia São Painho), Reynaldo Foganolli (Cervejaria Universitária) e Jorg Schwab (Chopp do Fritz).

A festa contou ainda com a presença das mulheres mais lindas da cidade, de modo que os leitores que não compareceram deverão trancar-se no quarto escuro e se remoer de raiva. É o único remédio para curar tal ressaca.

 

subindo!

 

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